SAMBAS-ENREDOS
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2007
ENREDO: Chá' - Elixir da vida: herança
milenar de aroma, arte e cultura
COMPOSITOR(ES): Ivanísia, Fernando Tcha-Tcha, Marinho,
Tito e Jorge Buccos
Vai brilhar a União de Jacarepaguá
Pisando no tapete da folia pra contar
A história do saboroso chá
A brisa soprou, beijando as folhas
Que soltaram com o carinho
Caindo em água fervente que os servos preparavam
O aroma atraiu Shen Nung, o Imperador,
Provou, gostou e batizou
Revitaliza, dá vigor, felicidade
"Elixir da longevidade"
Chá verde é Imperial
Chá preto é bronzeado é a cor do Carnaval
Pelo monge "Pai do Chá" foi levado
Da Índia pro Japão
Chaji é arte e purificação
O Big Ben anunciou, chegou a hora...
O "chá das cinco" já vai começar (bis)
E o mundo viu a sua fama se espalhar
Deus Tupã, perfuma minha vida
Como fez com Yarí
Do Paraguai chegou ao nosso chão
No sul do Tererê e do Chimarrão
Tem "chá de panela", tem "chá de bebê"
Eu me divirto de qualquer maneira
Só me aborreço se tomar "chá de cadeira"
Bota água pra ferver, amor
Prepara um chá medicinal (bis)
Preciso de paz e saúde
Para brincar o Carnaval |
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2006
ENREDO: Alô, alô, Intendente! Aquele
abraço!
COMPOSITOR(ES): Marinho, Ivanísia, Fernando Tcha Tcha,
Tito e Jorge Buccos
Ecoou a saudação que a avenida faz vibrar
Alô, alô Intendente, aquele abraço (bis)
Da União de Jacarepaguá
Foi a divina luz, que abençoou o caminho
Rumo à Fazenda Santa Cruz
Que os jesuítas receberam com carinho
Paraíso que encantou a realeza
Dando início a Estrada Real
Além da terra da garoa
O progresso foi a via principal
Sombra e água fresca, uma pausa no caminho Reduto de
bambas, é Campinho (bis)
Intendente Magalhães, dá orgulho de se ver
"Caminho" até o Campo dos Afonsos
Hoje canto pra você
Palco das escolas que almejam ascensão
Ninho do condor da Tradição
O verde é esperança, o branco é paz, traz confiança
"Arroz com couve" alimento eficaz (bis)
Regado à samba, é bom demais
Tem auto-shopping, é sucesso
Acelera a região
A riqueza e o comércio, se expandiram nesse chão
Onde mora a "União"
Vou comprar um carro zero, ou usado em bom estado
Pra passear (bis)
Com o meu amor do lado vou rodar pela cidade
Só dou carona pra felicidade |
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2005
ENREDO: Iriruama – Arara o ama por toda a
eternidade...
COMPOSITOR(ES): Luisinho Oliveira, Henrique Guerra,
Élio Sabino, Serginho Mato Alto e Ulisses PQD
Língua de fogo, trovões, mistério, magia
Bate coração o ritual nativo inicia
Cheia de sabedoria ao portal do tempo a velha índia nos traz
Pra reviver a lenda de um grande amor
Paixão ardente que o ancestral tupinambá presenciou
Desbravando o mar nas caravelas aventureiros sonhadores
Enfrentam a tempestade, a calmaria
No afã de contemplar a aurora de um novo dia
Eis que o aroma da mata envolve o ar
Quem chega aqui sente a alma desse lugar
Tanta beleza seduziu os navegantes (bis)
Mataruna, mundo fascinante
Fonte de riquezas naturais, o cultivo, a luta pelo chão
O índio escravizado, piratas, quanta ambição
Pilharam a cultura e a paz, e dizimaram os tupinambás
Mas o amor é forte, arara faz a vida renascer
Encantado o guerreiro assiste o milagre acontecer
Iriruama espelho adornado da paixão
Exploradores portugueses te invadem catequizando,
Ignorando, a tradição,
Então falou o pescador voe neste carapeba para encontrar
Arara-o-ama não deixe o fogo do amor se apagar
O tempo passou, o progresso chegou, trouxe a realeza
O negro sorriu, se livrou das correntes, liberdade
Nova cultura, religião, arquitetura, miscigenação
Máquinas, ferrovias, arqueologia, acervos culturais,
Ciência, tecnologia, o amor a memória dos tupinambás
No grande altar iluminado o encontro apaixonado
Resgatar a cultura é semear educação
Criança é esperança o futuro da nação (bis)
Eterna chama que jamais se apagará
Araruama na passarela é Jacarepaguá
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2004
ENREDO: Rio de Janeiro, o Rio que todo
mundo ama
COMPOSITOR(ES): Luisinho Oliveira, Alexandre Valle,
Serginho Mato Alto, Elio Sabino e Henrique Guerra
- "Haja luz!!!" Clareou a imensidão!
Do ventre da Mãe Terra nasce a beleza da criação
O céu, a terra, o mar, o despertar da vida
O criador ao terminar sua jornada
Maravilhado a bela obra contemplou
Montanhas e matas, lagoas, cascatas
Um mundo cheio de esplendor
Reuniu num só lugar toda beleza que existia
E fez do Rio sua moradia
Eu sou o Rio de paz e amor!
Abençoado pelo Redentor (bis)
"Cidade-Simpatia" de um povo hospitaleiro
Sou amado pelo mundo inteiro (eu sou!...)
Serras, florestas, a fauna e a flora
em harmonia
Eldorado de rara beleza, santuário da ecologia
Costa do Sol, verão que seduz, balneário de felicidade
O céu azul, as praias cristalinas, maravilhosas paisagens
Sou a miscigenação de várias raças
Meu sol abraça a lua cor de prata, 40° de pura emoção
Sou arquitetura emoldurada em aquarela
Meu charme hoje encanta a passarela
Eu sou a boêmia, a capital cultural
Eu sou orgulho carioca e brasileiro
Cartão postal e festa o ano inteiro
Show de bola, samba e Carnaval
O Rio é o paraíso tropical, o resto é notícia
de jornal!
De braços abertos estou
Prá ver o Rio de Janeiro vencedor (bis)
E a União cantando em verso a poesia
Do meu Rio iluminado transbordando alegria
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2003
ENREDO: O cupim é do capim
COMPOSITOR(ES):
Amílcar, Edson Machado Jr. (Edinho), Henrique Martins
OH! Divino sol, fonte de luz e magia
Na terra dos deuses a União explode em alegrias
Com a trindade Ganapati abençoou
E meu boi tupiniquim é orgulho nacional
Roda baiana, hoje é festa, é carnaval
(E foram )
Verdadeiros bandeirantes
Pecuaristas brasileiros do triângulo mineiro
Ao oriente irá buscar
Em uma Índia de mistérios fascinantes
Perigos predominantes
Heroicamente foram superados
Hindubrasil do sertão da farinha podre
Mostrou força para o mundo
É referência nacional
E o embrião nas mãos do sábio cientista
Analisando a conquista do mercado mundial
Sai pra lá “vaca louca”, sai de mim
O meu boi é de pasto, é do capim (bis)
O meu boi é de ponta, é o ideal
E na Marquês vem sacudir o carnaval
Novo milênio
É carne, é leite com requinte especial
O meu zebu fez um Brasil mais forte
Nosso gado de corte é manchete no jornal
Dá gosto ver essa bonita aliança
“ Mens Sana In Corpore Sano ”, é o homem em alto astral
Sou boaideiro, sou de Jacarepaguá
Se ouço o toque do berrante,
Expozebu vai começar (bis)
E Uberaba é festa, é show, felicidade
Preservando a memória em nome da humanidade
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2002
ENREDO: Asas, sonho de muitos, privilégio de poucos, tecnologia de todos
COMPOSITOR(ES): Luizinho Oliveira, Alexandre Valle, Ulisses, Henrique Guerra e Élio Sabino
Liberdade, sonho, sedução
A mitologia nas asas da imaginação
Labirinto de segredos, mistério, magia
Homens confinados escravizados pela tirania
Um sonhador não pode se entregar
Tem que acreditar no amanhã
Com asas de cera Ícaro voou
Em busca de liberdade
Ninguém vai me impedir
Ao céu eu vou chegar (bis)
Sou Pégasus, o cavalo alado
Freio de ouro não vai me domar
Asas: Privilégio de poucos, presente de Deus
Quem dera eu tivesse também o poder de voar
Anjos do bem e do mal, aves e insetos
Voar parece ser tão natural
Curvas e formas diferentes
Seres alados voam pelo nosso céu
Sensação de paz e liberdade
Cada um no seu mistério, exibindo o seu papel
O tempo passou e a esperança prevaleceu, cresceu
O espaço está dominado, o homem venceu (bis)
A tecnologia evoluiu
Nós construímos o mundo aplaudiu
Modernos aviões foguetes na Lua
A conquista do universo continua
Hoje Jacarepaguá, é alegria
A esquadrilha da fumaça já anuncia (bis)
Tem novidade nesse carnaval
É a União num vôo livre genial
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2001
ENREDO: A magia da dança
COMPOSITOR(ES): Paulinho Magalhães, Marilda, e Marinho da Galera
Neste turbilhão de luz
OH! Verde e branco que me seduz
Arrebatas meu coração
Dança é vida, traz União
A dança é reza, é arte, é oração
Na Grécia foi parte da educação
A dança tem toque de magia
Dá uma injeção de energia
É balé, tango, bolero
Rumba, mambo, chá-chá-chá
Abriu-se as portas do salão
A hora é esta, o baile vai começar
Vem amor dançar comigo
Coladinho, sussurrando no ouvido (bis)
É soma de várias etnias
Dá sempre um nó na nostalgia
Este é teu povo festeiro
OH! Meu Brasil brasileiro
Dois pra lá, dois pra cá
É remelexo o ano inteiro (bis)
Anarriê, anarriá
Frevo, forró, maracatu
Bumba meu boi, meu boi bumbá (bis)
O couro come até o dia clarear
Põe som na caixa DJ
Com esta pista sonhei (bis)
E me sinto um rei
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2000
ENREDO: O vento que venta lá venta cá
COMPOSITOR(ES): Ulisses, Luisinho, Henrique e Marcinho
O vento vai me levar... (vai, vai, vai)
Com toda sua intensidade
Assim Cabral cruzou o mar
Brasil, Brasil, 500 anos de prosperidade
Eis que o homem evoluiu
Deu asas para a imaginação
Hoje é só felicidade, emoção
Não é um pássaro, é o “14 Bis”
O pai da aviação nasceu meu país
O cata-vento gira para molhar a terra (bis)
E fazer feliz essa galera
O vento que venta lá, venta cá
Turbinas geradoras de energia
A eletricidade impulsionando a tecnologia
O bailar do estandarte é uma obra de arte
Pipas e balões no azul do céu
Embala o sonho de toda criança
Um simples papel
Vento forte, tempestade, furacão
Devastando as cidades
Faz doer meu coração
Oya nos proteja
Seu povo tem fé (bis)
Segura força da maré
Deixa o vento soprar nessa avenida
O importante é estar de bem com a vida (bis)
O climas dos quatro ventos me seduziu
A União é festa no ano 2000
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1999
ENREDO: A vida é uma festa
COMPOSITOR(ES): Paulinho Magalhães, Serginho Mato Alto, Edson Poeta, Quarenta
Sou a vida
Ao meu redor tudo se faz girar
Sou ser humano
Um bom motivo para festejar
Retornando ao passado
Meu primeiro aniversário vou comemorar
Balões, painéis, meu bolo que alegria
Junto com os meus coleguinhas (bis)
Vou brincar de roda, vou rodar pião
Vou brincar de pique, ser bicho papão (bis)
Com a União!
Mas uma vela se acendeu
Meus 15 anos aconteceu
Meus olhos no teu (bis)
Seus olhos no meu
Namoro à vista, coração bateu
Nesse corpo cheio de energia
Vão surgindo alegrias
Muitas realizações
É formatura pintando
É casamento chegando
Sempre com um ideal
Fazer da vida, o meu carnaval
Adentrando a avenida, ôôôô
Ouço gritos pelo ar, ô aia
Só podia ser você, vou festejar (bis)
Minha União de Jacarepaguá
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1998
ENREDO: Emplumados da folia, chegou o nosso dia
COMPOSITOR(ES): Santinho da Mocidade, Hércules, Bulla e Tião do Ouro
Canta, canta, canta oi
“Emplumados da Folia”
Fonte inspiradora que encanta
Numa sincronizada sinfonia
No céu, na terra, em qualquer lugar
Num colorido sem igual
Voar, voar, voar, voar
É um sonho universal (Tem gandaia no ninho)
Tem gandaia no ninho
Tem, tem, tem, tem
Derramando o seu enredo
Oi tem também (bis)
Muito amor e carinho
Tem índio com jeitinho
Revelando o seu segredo (Mas chegou)
Chegou ôôôô
Hoje vamos desforrar
deixar o homem maluco
Dentro de um relógio cuco
Cantando pro galo despertar
Engaiolado o dia inteiro
Com frio, com sede, com fome
O desejo aventureiro
Derrubando o bicho homem
Voa pomba da paz
Nessa ironia geral
Urubu virou piloto
O peru muito maroto
Não bebe pro natal
Oi abram alas pra União passar
E coração e alegria e Jacarepaguá (Ora Canta)
(bis)
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1986
ENREDO: No cheiro, no trago, no mastigo ou na baforada
COMPOSITOR(ES): Carvalho, Carlinhos 71, Naldo do Cavaco e Toninho 70
É carnaval
Novamente a União se faz presente
E sambando traz
Num trago amigo
O cachimbo da paz
Vem de outras eras
O sublime prazer
De rapé cheirar
Vamos nessa minha gente
Tem cheiro de mato queimado no ar
Tabaco gostoso
Oi tabaco bom (bis)
Quem não tabaquear
Não curte a sensação
Vou
Cair nos braços da folia
Esquecer o dia-a-dia
E a maldita inflação
Libere
Um sorriso de alegria
Vista sua fantasia
Vamos à luta meu irmão
O tabaco é forte
No sul ou no norte
Do nosso país
No cheiro, no trago
Mastigo ou baforada
A União canta feliz
Deixa a gira, girar
O meu amor (bis)
Gira baiana
No cachimbo do vovô |
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1982
ENREDO: Gosto que me enrosco
COMPOSITOR(ES): Marino, Ivanildo e Wilson Magnata
Vem meu povo
Vem Cantar (bis)
Vem comigo
Vem brincar
Ecoou na madrugada
O som de primas e bordões
Outra vez a boemia
Troca a noite pelo dia
Choram flautas, violões
Doce é lembrar os velhos tempos
Do nosso samba que nascia
Os pioneiros do batuque
A nova bossa que surgia
De Mario Reis veio a lembrança
Com sua dupla fantasia
Que trazia um canto novo
Ensinando pro seu povo
O seu jeito de cantar
Gosto que me enrosco de lembrar
Das rosas espalhadas pelo chão
Perfumando o artista
O lenço branco acenando
Cenas de grande emoção
Juju balangandãs, Dorinha meu amor
Coração vermelho e branco (bis)
No rosto sorriso franco
Quando o samba acabou |
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1978
ENREDO: Cor, ação e samba
COMPOSITOR(ES): Norival Reis e Vicente Mattos
Vem
É o inicio de um novo dia
A passarada anuncia
Com seu canto matinal
Vê a terra toda enfeitada de flores
É a natureza a criar seus amores
Afinal
E a tardinha o sol poente
Mansamente agarra a gente
Traz saudade como que
Da mulata que sambando
Fez toda gente cantar
Fala viola
Fala por mim (bis)
Esta mulata mata um bolinho assim
É tempo de festa na avenida
O luar prateia o chão
A escola tece trama no asfalto
E o samba é de fato aquela fascinação
O meu coração é samba
A cantar na União (bis) |
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