SAMBAS-ENREDOS
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2007
ENREDO:
Passarinho, passarola quero ver voar
(reedição do Carnaval 1994)
COMPOSITOR(ES): Jajá Maravilha, Aniceto, Tonho, Sandro
Maneca,
Jurandir da Tradição, Jorge Makumba
e Lourenço
Desde o começar dos tempos
Eu ficava observando a passarada revoar
E tive um sonho tão bonito, ir além do infinito
As estrelas ir buscar...
Conta a Mitologia... De carruagem
"Apolo" o céu vai alcançar
"Pégasus" levava os deuses
Pra no "Paraíso" repousar
Meus sonhos não têm limites
Sou bicho homem vivo a devanear, devanear...
"Passarinho, passarola...,
Quero ver voar"
(eu quero)
Quero ver voar
Com sua pena, profetizava o escritor
Revolucionava com seus projetos o pintor
Será verdade? (ô será, será...)
Ícaro marcou bobeira (bis)
Viajando para o Sol
Com um par de asas de cera
Incrível!!! Fantástico
Com meus balões encantei Paris
Deixando o mundo deslumbrado
Decola o "14 Bis"
Da minha nave eu vi que "a Terra é azul!!!"
Voei bem alto, "já pousei na Lua"
Hoje com a Tradição no coração
Voando pra qualquer lugar eu vou
Vou voar de asa delta
O céu do meu Rio de Janeiro vou voar (bis)
Delirar com a natureza
Refletir no espelho azul do mar |
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2006
ENREDO:
Bahia de Todos os Deuses (reedição da
Salgueiro - 1969)
COMPOSITOR(ES): Bala e Manuel Rosa
Bahia, os meus olhos estão brilhando
meu coração palpitando
de tanta felicidade.
És a rainha da beleza universal
minha querida Bahia
muito antes do Império
foste a primeira capital
Preto Velho Benedito já dizia
felicidade também mora na Bahia
tua história, tua glória
teu nome é tradição
Bahia do velho mercado
subida da Conceição
És tão rica em minerais
tens cacau, tens carnaúba
famoso jacarandá
terra abençoada pelos deuses
e o petróleo a jorrar
nega baiana
tabuleiro de quindim
todo dia ela está
na igreja do Bonfim, oi
na ladeira tem, tem capoeira
zum, zum, zum
zum, zum, zum
(bis)
capoeira mata um! |
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2005
ENREDO:
De Sol a Sol, de Sol à Soja...Um negócio
da China!
COMPOSITOR(ES): Tonho, Lu Gama e Nascimento
Havia festa no palácio imperial
Onde se comemoravam o sucesso da colheita
E a realeza conduzida em palanquins
Admorava tigres brancos
Com jade na terra dos mandarins
(Brasil)
Meu Brasil se fez presente
Elevando a economia nacional (bis)
Cana-de-açucar e café
Pro mundo foi genial
Hoje tem soja etradição no carnaval
O imigrante veio plantar
Nessa pátria mãe gentil
Da china pra cá oh solo fértil
Terra de encantos mil
De grão em grão
O milagre acontece
Ao raiar de cada dia
Pro mundo inteiro se alimentar
E os anjos abençoando
Nossa alegria nessa festa popular
Eu também vou voar na passarela
De sol a sol nesse chão (bis)
Vou semeando esse grão
Abençoada seja a plantação |
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2004
ENREDO:
Contos de Areia
COMPOSITOR(ES): Dedé da Portela e Norival Reis
Bahia é um encanto a mais
Visão de aquarela
E no ABC dos Orixás
Oranian é Paulo da Portela
Um mundo azul e branco
O deus negro fez nascer
Paulo Benjamim de Oliveira
Fez esse mundo crescer (okê, okê)
Okê-okê Oxossi
Faz nossa gente sambar (bis)
Okê-okê, Natal
Portela é canto no ar
Jogo feito, banca forte
Qual foi o bicho que deu?
Deu Águia, símbolo da sorte
Pois vintes vezes venceu
É cheiro
de mato
É terra molhada (bis)
É Clara Guerreira
Lá vem trovoada
Epa
hei, Iansã! Epa hei! (bis)
Na ginga do estandarte
Portela derrama arte
Neste enredo sem igual
Faz da vida poesia
E canta sua alegria
Em tempo de Carnaval
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2003
ENREDO:
O Brasil é penta, o R é 9 - O fenômeno
iluminado
COMPOSITOR(ES):
Lourenço e Adalto Magalha
É fantástico,
ser brasileiro
Com
muito orgulho, muita paz e muito amor (ôôô)
E
o globo vai girando, a gente fazendo história
E
vitórias conquistando
Quando
Deus criou a Terra, nos deu a luz do Sol
Também
fez nosso Brasil, o país
do futebol
Começou
lá na Suécia,
a segunda vez no Chile
A
alegria da nação, ai que paixão
E
no solo mexicano, depois no americano
Foi
aquela emoção, pro meu povão
Se
formou uma família, uma grande seleção
Foi
aquele show de bola, na Coréia e no Japão
Ai
ai ai, oh! Vida me leva
Ai
ai ai, deixa a vida me levar (bis)
Ai
ai ai, eu tô nessa festa
Eu
quero mais é festejar
O
Ronaldo iluminado, dono da camisa 9
Nasceu
em Bento Ribeiro, no Rio de Janeiro
Um
menino inspirado, pelo mundo consagrado
O
fenômeno brasileiro...
Da
bola que era um brinquedo
Dadado
fez seu reinado
Destino
não tem segredo
Já veio
nele traçado
Um
guerreiro abençoado, nos campos que jogou
Ninguém
pode duvidar, ele tem cheiro de gol
É bola
na rede
A
nossa Tradição (bis)
É bola
na rede
É pentacampeão |
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2002
ENREDO:
Os encantos da Costa do Sol
COMPOSITOR(ES):
Lourenço e Adalto Magalha
Vou
Atravessar a ponte
Ver
O sol dourar o horizonte
O
céu e o mar se encontrar no infinito
Ai,
meu Deus, como é bonito
As gaivotas bailando pelo ar
Hoje eu quero, amor, te namorar
Vem
na onda desse mar, ioiô... ô ô ô
Vem
pro sol se bronzear, iaiá... a a a
É a Região
dos Lagos
É Sal, é emoção
Os encantos da Costa do Sol
Com
a Tradição
Roda, roda, baiana, que o clima esquentou
Mostra,
que o teu sorriso é uma flor (bis)
Joga a rede no mar, pescador
Tem
riquezas pra você buscar
Se
um canto de amor ecoou, ô ô
É de mãe
Iemanjá
Vem a noite e a nobreza
No brilho do luar
Um convite pra se amar
E de prazer
Vou me acabar
Olê lê lê
Tem
areia no Ganzá (bis)
Olê lê lê
Tem magia esse lugar |
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2001
ENREDO:
O Homem do Baú - Hoje é domingo, é alegria,
vamos sorrir e cantar
COMPOSITOR(ES):
Lourenço e Adalto Magalha
Olha
que glória, que beleza de destino
Pra
esse menino Deus reservou, ô ô
Ele cresceu, ele venceu, vive sorrindo
Com
muito orgulho, foi camelô
Nasceu na Lapa
No Rio de Janeiro
Esse
artista é o enredo da nossa Tradição
Foi
do rádio, minha gente
Hoje
na televisão, oi, patrão!
Faz
o dia mais contente, a alegria do povão
Qual é o prêmio
Lombardi, diz aí
Qual é a música quem sabe, canta aí
(bis)
Quem quer dinheiro?
O
aviãozinho vai subir
Minhas colegas de trabalho
Que
beleza de auditório
Abre
a Porta da Esperança
É Namoro
na TV
Boa Noite, Cinderela
Gosto
de você
Em Nome do Amor,
Eu quero morrer de prazer
Laiá, laiá,
oi
Laiá, laiá,
oi
É um baú de
felicidade
Vamos cantar
Vamos brincar (bis)
Vamos sorrir
É domingo, é alegria
Sílvio
Santos vem aí |
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2000
ENREDO:
Liberdade! Sou negro, sou raça, sou
Tradição
COMPOSITOR(ES):
Lourenço e Adalto Magalha
Liberdade
Sou
negro, raça e Tradição
Vim
de Angola, da minha mãe África
Num navio negreiro, clamando por Zambi
Vim para um solo bonito e maneiro
Caí na
senzala para trabalhar
Mas
negro é forte, valente e guerreiro
Até hoje se ouve um lamento ecoar (ôôô)
Ôôô... ôôô... ôôô
Baiana gira baiana
Dance
pro seu Orixá (bis)
Vamos firmar a Kizomba
Fazer o povo sambar
Maracatu
Maculelê e
cavalhadas (valeu Zumbi)
Valeu Zumbi
O
negro é rei nas batucadas
Na arte, o negro encanta
Cultura tradicional
É resistência
do samba
A alma do carnaval
Hoje é só felicidade
Negro quer comemorar
Parabéns
pra você
Que
foi descoberto em 22 de abril
Desperta gigante
Chegou tua hora (bis)
Pra frente Brasil |
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1999
ENREDO:
Nos braços da história, Jacarepaguá,
quatro séculos de glórias
COMPOSITOR(ES):
Jorge Makumba, Erô Baianinho, Jurandir
da Tradição e Antonio Português
Divina luz iluminou
A
aura azul de Arthur Bispo do Rosário
Cinqüenta anos na colônia
Em
seus delírios criou um mundo libertário
Abre
a cortina da história, para homenagear
Quatro
séculos de Jacarepaguá
A mando da coroa portuguesa
Donos da terra chegam pra colonizar
Encontram índios,
fauna e flora
E
solo fértil para cultivar
O senhor de engenho
Plantou
cana-de-açúcar e café (bis)
No
terreirão da casa-grande
Ergueu
templos em louvor à sua fé
Na estrada real de Santa Cruz
Caminhos da Corte do imperador
Yacaré-Upaá-guá
Voa nas asas do meu condor
Trouxe
o progresso, a Maria Fumaça
O motorneiro, o bonde assumiu
Dando um toque de modernidade
Na "belle epóque",
o cinema surgiu
Centro
das grandes convenções
Gigantesco parque industrial
Palco da velocidade
Paraíso
do esporte radical
Foi
com sua elegância e simpatia
Capital mundial da ecologia
Vou
sacudir, vou balançar
Sou
emergente, que emoção (bis)
Hoje
eu sou Jacarepaguá
E
Jacarepaguá é Tradição
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1998
ENREDO:
Viagem fantástica ao pulmão
do mundo
COMPOSITOR(ES): Taroba, Lima da Tradição, Sandro
Maneca, Jonas Camiseta, Marcos Glorioso e Arismar Ubaldino
É fantástica,
essa viagem emocionante
O
condor alçou seu vôo
Em
busca de mistério tão distante
Amazônia,
quanta beleza sem igual
Fonte de tanta riqueza
Que Orellana se encantou
Eu vi mulheres guerreiras
A fauna e a flora, naveguei no Rio-Mar
A
lenda da vitória-régia
O boto cor-de-rosa a brincar
O homem branco surgiu
E o sossego acabou
O Índio
logo sentiu
Perigo devastador
ÔÔÔÔ
Um grito na floresta ecoou (bis)
ÔÔÔÔ
O Índio vem dançar
o seu louvor
Hoje,
tanta emoção traz essa festa
Parintins
vem da Amazônia, pra Sapucaí
Meu
boi-bumbá, meu boi-bumbá
Menina
linda se enfeitiçou
Contos de fazer sorrir
Magias de arrepiar
Histórias que é pra
boi dormir
Do folclore popular
Verde que te quero verde
A
mãe-d'água para abençoar (bis)
Ah! É linda a Amazônia
Nosso
pulmão respira com a Tradição
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1997
ENREDO:
Os balangandãs
COMPOSITOR(ES):
Sandro Maneca e Taroba
Ô Bahia...
Os orixás
Que
nos dêem muito axé (bis)
Sai
pra lá o mal olhado
Tenho o meu corpo fechado
Uso
figa de Guiné
Foram
nossos ancestrais
Artesãos
geniais
Trouxeram
arte e cultura
Deixaram riquezas sem iguais
Da África
misteriosa
Brincos, colares, pulseiras
Imagens
de cera... Anéis talismãs
Que
beleza é fantástico
Ver as baianas
Enfeitadas
a dançar
Cantarolando uma cantiga sem parar
Quem
não tem balangandãs
Não
vai ao Bonfim (bis)
Quem
mexe com o que não pode
Sai de mim
Mas
uma pequena notável
Galgou a fama... Cruzou fronteiras
Mostrando para o mundo a sua arte
E divulgando a cultura brasileira
Vestiu uma camisa listrada
Tocando
pandeiro e saiu por aí
Hoje
a Tradição balangandada
Nesta avenida colorida
Dá um
lindo show de visual
Vendo ouro... Vendo prata
Bijuteria
na minha mão é barata
Vai
nessa onda ioiô,
Vem
nesse embalo iaiá
Eu tenho tudo se quiser comprar
Um
bracelete, um cordão...
Um chapeado legal
Eu vendo tudo nesse carnaval
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1996
ENREDO: Do barril ao Brasil
COMPOSITOR(ES):
Moisés Santiago e Luizinho Professor
Eu vou deixar rolar
Bebemorar nesta folia
Na
onda de Dom João
Que
trouxe na embarcação toda alegria
Mas
por aqui o índio bebia seu cauim
O negro no engenho preparava
Da
cana-de-açúcar à cachaça
Na
evolução e indústria surgiu
Fez chopp em garrafa, tirou do barril
Bebida
que a massa tão logo aderiu, ô
E
hoje é a preferida do Brasil
Bota o copo, eu tomo um copo, meu amor!
Da
pretinha, da lourinha, vem que eu vô!
(bis)
Mais
um copo eu bebo logo, eu tô que tô ô!
Da
ruiva também quero, sim sinhô!
No vira-vira eu vou
Apostar
pra não perder
No cabelo da menina
Também
uma simpatia pro leite do bebê
Bem geladinha, cerveja em qualquer lugar
Faz bem pra comemorar num fim de semana
Tem sempre a saideira
Na praia ou no futebol
Lá vem
minha companheira
É Carnaval!
Eu vou! Eu vou! Eu vou!
Vou festejar, curtir, sacudir! Sacudir! (bis)
Sou
Tradição, sou raça
Numa
cerva bem gelada, na Sapucaí |
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1995
ENREDO:
Gira roda! Roda gira!
COMPOSITOR(ES):
Lourenço, Jurandir, Jorge Makumba,
Marcos
Glorioso, J. Nascimento e Lima
Vamos girar
Na
velocidade da emoção
Roda, rodar
Neste
carnaval com a Tradição
Que vem mostrar
O
giro de uma imaginação
Que fez mudar
O
curso da civilização
Trazendo
facilidade pra toda
humanidade
Melhor jeito de viver
Oleiro faz a forma do barro
Engrenagem, o movimento, e moinho faz moer
Telefono pra comunicar
Marco
o tempo no relógio, que não pára
de rodar
Eh! Eh! Baiana, baiana roda
Menina
roda o bambolê, ê, ê (bis)
Roda
babá
O
carrinho do bebê
Feixes
de faróis
Sons estridentes de buzinas pelo ar, fon-fon
Ronco de motores
A era sobre rodas a chegar
Já está fazendo um século
Que
a pista se tornou uma paixão
De tantos estrangeiros e brasileiros
De
taça na mão
Gira roda! Roda gira!
Acelera
o coração
Pisa fundo na felicidade
Mostra
pro mundo a cena de um campeão
Acelera
aí que eu quero ver
Na
Fórmula-1 o lema é vencer (bis)
Sem limites nem fronteiras
Vou zunir a passarela
Com
a Tradição sacudindo essa galera |
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1994
ENREDO:
Passarinho, passarola, quero ver voar!
COMPOSITOR(ES): Jajá Maravilha, Aniceto, Tonho, Sandro
Maneca,
Jurandir da Tradição, Jorge Makumba
e Lourenço
Desde
o começar dos tempos
Eu ficava observando a passarada revoar
E
tive um sonho tão bonito, ir além
do infinito
As estrelas ir buscar...
Conta a Mitologia... De carruagem
"Apolo" o céu vai alcançar
"Pégasus" levava
os deuses
Pra
no "Paraíso" repousar
Meus
sonhos não têm limites
Sou bicho homem vivo a devanear, devanear...
"Passarinho, passarola..., Quero ver voar" (eu
quero)
Quero ver voar
Com sua pena, profetizava o escritor
Revolucionava com seus projetos o pintor
Será verdade? (ô será, será...)
Ícaro
marcou bobeira (bis)
Viajando para o Sol
Com um par de asas de cera
Incrível!!! Fantástico
Com
meus balões encantei Paris
Deixando o mundo deslumbrado
Decola
o "14 Bis"
Da
minha nave eu vi que "a Terra é azul!!!"
Voei
bem alto, "já pousei na Lua"
Hoje
com a Tradição no coração
Voando pra qualquer lugar eu vou
Vou voar de asa delta
O
céu do meu Rio de Janeiro vou voar (bis)
Delirar com a natureza
Refletir no espelho azul do mar |
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1993
ENREDO:
Não me leve a mal, hoje é Carnaval
COMPOSITOR(ES): Jajá Maravilha, Tonho, Aniceto e Sandro
Maneca
Não me leve a mal... É Carnaval...
E eu vou cair na folia (bis)
Caia
na real... com a Tradição
Veste
outra máscara
Esquecendo o dia a dia
Usada como ritual...
Para "Deus Baco" na
Roma pagã
Entre os povos faz cultura
Como apelo fez teatro
Na
era cristã
Na
bela época... o Bal-Masquê...
Juntou
a plebe à realeza
Lá no
baile de Veneza
Revelar ou esconder?
No
teatro que é a vida
Cada um tem seu papel
Assumindo outra identidade
A
sua verdadeira vai ao léu
Vem... Extravasar o seu prazer
Libere o seu jeito de ser
Abrace a felicidade
Desmascarando a maldade
Seja ele, sela ela
A
máscara não esconde
Mas revela...
Se
o seu sorriso é de prazer
Ou de desgosto (bis)
Tire
a máscara da face
Deixa ver seu lindo rosto |
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1992
ENREDO:
O espetáculo maior... As flores
COMPOSITOR(ES):
Moisés, Luizinho Professor e Toninho
Hoje
O
meu coração se encanta
Tradição
se agiganta
Para decantar
Essa apoteose de beleza
Obra
da Mãe Natureza
Gerou do fundo do mar
Um
mistério em maravilhas sem igual
Faz a primavera multicor
Exala sensibilidade
Em todo o seu esplendor
Enaltece a paisagem
É razão
dos meus ais
Uma
sensação de liberdade
Devia
ser o símbolo da paz
Voa, voa, colibri
Lado a lado, flor em flor (bis)
Mas deixe um pouco pra mim
Desse
néctar do amor
Voa perto da alegria
Rumo à felicidade
Vai buscar quem mora longe
Pra matar minha saudade
É tempo
De
começar a refletir
A
mão que pode destruir
Também
serve pra plantar
Pois as flores
Dão à vida
mais encanto
Enfeitando os quatro cantos
Desse
reino de Oxalá
Inspiração para canções
e poesias
É um
gesto carinhoso
E ameniza qualquer dor
Uma das sete maravilhas desse mundo
Sentimento mais profundo
Que
ao Éden perfumou
Odoyá,
Yemanjá
Trago oferendas para lhe presentear (bis)
Abençoe
o meu sonho mais sonhado
E minhas flores para o seu lindo reinado |
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1991
ENREDO:
De geração a geração
nas asas da Tradição
COMPOSITOR(ES): Cesar Paladino, Picolé e Hermes de
Marechal
Mais
uma vez eletrizante
Belo
e emocionante
O
condor vai voar, vai voar
Levando
para bem distante
A
filosofia popular
Da
bela época
Em
que tudo era fantasia
Brilhando
a caçulinha anuncia
De
geração a geração
Nas
asas da Tradição
Voa condor, vai viajar
Leva
no bico (bis)
A
poesia popular
O
povo sabe, vovó dizia
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