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2007
ENREDO:
Chico Mendes, o arauto da natureza"
(reedição do Carnaval 1991)
COMPOSITOR(ES): João Banana, Serjão, Jorge Paulo e
Tuca
Quanta maldade é ver
O homem destruir (bis)
O que hoje encanta
A Sapucaí
Amazônia
Que verde encantador
Fauna tão linda
Um verdadeiro festival de cor
Terra rica em frutos e pesca
Chico foi o mensageiro (bis)
Em defesa da floresta
Os invasores, por ambição
Mataram Chico
Dando seqüência à destruição
Kararaô
O grito forte do índio ecoou (bis)
Kararaô
A natureza inteira despertou
Voa pássaro da paz
Voa livre e vai mostrar (mostrar, mostrar)
Que essa área verde existe
Para o mundo respirar, lá, lá, laiá
Para o mundo respirar
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2006
ENREDO:
Arraial do Pavulagem
COMPOSITOR(ES): Alcir, Carlos Junior, Condonga, Diego,
Paulinho da Área, Ricardo 10 e William
Rica história descobri
Num passeio ao Pará
Artistas defensores da cultura
Uniram-se pra resgatar
O folclore brasileiro
Assim o "pavulagem" surgiu
Destacando a arte, a magia da dança
Os costumes do Brasil
Boi azul já chegou, vem dançar
Batalhão de estrelas, a tocar (bis)
É o "arrastão junino" que une as raças
Para aos santos celebrar
Das palmeiras de Meriti
Brinquedos vamos produzir
Pra romaria da santa Senhora de Nazaré
A cobra grande anima o cortejo
De esperança e fé
Tem cabeçudos, mascarados coloridos
Crendices da Amazônia no "cordão"
"do peixe boi" num brado de amor
E defesa desse chão
Para adolescentes e crianças
Nos "brasis" desse país
Sérias brincadeiras
Numa integração feliz
No dever de preservar
A cultura popular (bis)
Nossa águia imperial
Segue o exemplo do "arraial"
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2005
ENREDO:
O bêbado e a equilibrista. O show tem que
continuar ...
COMPOSITOR(ES): Ricardo 10, Wander do Cavaco, Dudu
Mendes e Wallace
Vamos cantar meu Brasil
De encantos mil é alegria
Com a Lins nessa estória
Retratando a trajetória
Do homem sem direção
Que afoga a tristeza na emoção
No pôr do sol perdendo a razão
Em busca da felicidade, por toda a cidade
A noite cai na ilusão
Ver estrela de aluguel
Vem malandro na calçada (bis)
Desabafa sua dor
Nessa longa caminhada
Se faz eterna companheira
A esperança incentivando o seu dia-a-dia
O sonho não foi perdido
De homens bravos guerreiros
Que lutaram pela liberdade
E direito pela força de expressão
Anda na corda bamba
Balança, balança, faz rir pra não chorar
Se passa como bobo amor
Pro show continuar
De verde e rosa hoje vou mostrar
Pro mundo inteiro o sonho desse artista (bis)
Esse enredo me fez abraçar
O bêbado e a equilibrista
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2004
ENREDO:
75 Anos da Mangueira. É bom se segurar
que a poeira vai subir!
COMPOSITOR(ES): Tuil Pontes, Gutinho, Leonardo Bessa, Jorge
Buccos, Lula e Paulinho Poeta
Vem
Mangueira
Com a minha Lins Imperial
Hoje trago na memória tua linda trajetória
O teu passado é de glória
Eu peço a benção oh fada madrinha
Tu és brilho que reluz, tu és rainha
Bate o surdo no compasso
No meu coração
É semente, és fruto, uma doce união
É verde rosa, minha paixão
Uma escola de vida, quanta emoção
Mangueira
teu cenário é uma beleza
Que atravessou fronteiras (bis)
Foram grandes carnavais
Assim almejando teus sonhos
Foi então conquistando os teus ideais
Celebridade americana
Rendeu homenagem aos baluartes do samba
Mangueira
tu és tão formosa
Tu és melindrosa de encantos mil
Mangueira hoje é indústria
Comércio, esporte e lazer
És o palácio do samba, Mangueira do Amanhã
Mangueira super-campeã
Desce
o morro, vem sambar
Vamos aplaudir (bis)
75 anos de Mangueira , é isso aí
Cuidado que a poeira vai subir
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2003
ENREDO:
Segura a marimba! Aroldo Melodia vem aí!
COMPOSITOR(ES): Gutinho, Cosme Santana, Alquivelson e Paulinho
Poeta
Vem
amor,
Neste sonho viajar,
A barca da alegria
Vai atravessar o mar,
Com destino à Lins-Ilha
Minha estrela vai brilhar
Atenção! Pagodeiros, seresteiros e sambistas
O show vai começar...
Oi,
segura a marimba ô ô ô
Deixa o meu canto ecoar (bis)
Levante o seu astral
Com "Aroldo Melodia"
Na Lins Imperial
Como
é bom recordar
Um lindo domingo de sol
O que será... Meu amanhã
A cigana leu o meu destino,
No meu tempo de menino,
Já fui mergulhador, engraxate,
Boêmio, um poeta sonhador
E nesta explosão de cores
Meu colorido encantou você
A minha águia voa na Sapucaí
Prestando esta homenagem
"Olha o Aroldo", podem aplaudir
Oiá,
oiá, olha ê ê...
Sou muambeiro, cafajeste, sou feliz (bis)
Botei a boca no mundo
Eu já fui de "bar em bar"
Hoje a "robauto" vamos relembrar
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2002
ENREDO:
Os Cucumbis, a trajetória do samba
COMPOSITOR(ES): Zeca do Lins, Juarez Martins, Gilmar e Herg
Mariano
O
Lins amanheceu em festa
Vou vestir a fantasia
Quero ser o astro principal
Brilhar no enredo do artista
Os cucumbis que chegaram
A grande emoção do carnaval
Explode no Rio a novidade
Que veio lá de Portugal
Jogo
talco e farinha, limão de cheiro
A brincadeira que contagiou (bis)
É o entrudo no Rio de Janeiro
Debret com seus pincéis eternizou
O
som da bateria
Marca o compasso do meu coração
Me lembra Zé Pereira com a percussão maneira
Arrastando a multidão
Amor,
me leva, abre alas pra folia
Vamos entrar nesse cordão (bis)
Do Bola Preta até raiar o dia
Relembrar
ranchos, corsos e sociedades
Os mascarados nos salões
Os blocos e os bailes da cidade
Lá vem o bonde da alegria
Rei Momo mandou brincar
Hoje as escolas de samba dão um show
Na maior festa popular
A
bandeira verde e rosa
Me faz delirar (bis)
Com a Lins Imperial
Vivo feliz a cantar
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2001
ENREDO:
O canto da guerreira (Clara Nunes)
COMPOSITOR(ES): Zeca do Lins, Juarez Martins, Niltinho Moreno
e Luiz Andorinha
Venham
ver a poesia desfilar
Há sempre um verde de esperança
Chuva de rosas perfumando o ar
E matar a saudade
Que invade nossos corações
Clareia, clareia santa Clara, clareia
A Lins Imperial que homenageia
A "Sabiá" das lindas canções
Vem
mineira
Beber na fonte da inspiração (bis)
Quero ouvir seus versos
Tocar viola e fazer canção
Clara...
Guerreira...
Tua primeira obra foi amar
Doce morena, o samba seu primeiro amor
Na viagem ao paraíso
Os bambas unidos no céu te embalaram
No infinito, vejo uma águia a bailar
Levando um manto azul e branco
Pedindo axé aos orixás
A
lua iluminou a mata virgem
A magia está no ar (bis)
No esplendor da natureza
Salve Iansã e Ogum Beira-Mar
No conto de areia
Clara Nunes vem brilhar
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2000
ENREDO:
No ano 2000, o rei Congá é
cultura nos 500 anos do Brasil
COMPOSITOR(ES): Alvim e Jorge Branco
Viajando,
o mensageiro da paz
Por um portal que a Lins criou
Volta no tempo à terra dos ancestrais
E vem mostrar tudo que viu e ouviu
Nos 500 anos do Brasil
Vem,
quem espera sempre alcança
Pra que chorar? Vamos sorrir! (bis)
Você pra mim é muito mais que especial
De verde e rosa vou brincar meu carnaval
Vi
a África tão linda
Em todo seu esplendor ô ô
Vi o branco escravizando, amor,
Meu irmão de cor
Oh, divina mão que assinou
Sofrimento nunca mais
Negro dançou,m comemorou
No rufar do seu tambor
Agradecendo aos orixás
Dança cavalhada, reisado e maracatu
Congada, folia de reis
Olha a Lins Imperial fazendo a festa pra vocês
Oh Pai Santana,
Oh Pai Santana, na tua força eu me inspiro pra
cantar
Exemplo de menino pobre
Mas de sentimento nobre é coroado Rei Congá
Hoje
tem fuzarca
A galera vai sambar (bis)
Esse negro mirongueiro
É campeão de terra e mar
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1999
ENREDO:
Quatro Damas Negras
COMPOSITOR(ES): Pézão, Junger, Waldir Imperial,
Ricardo, Marcelinho e Deico
Da
misteriosa África
O negro ao Brasil chegou
Mãos atadas por grilhões
Trabalho escravo no progresso da nação
Querendo ser livre
Sofrer jamais
Salve a liberdade
Peço igualdade e paz
Sou
negro sim
Vivo a lutar (bis)
Negro é virtude
Razão do meu cantar
És
Zezé
A Negra "CHICA" no tijuco a reinar
Léa que foi "ROSA"
A emoção na arte de representar
Ruth a pioneira
Nas telas do cinema e da TV
Eterna "MAGÉ-BASSÃ"
É Chica jornalista, doce filha de Iansã
Unidas pelo mesmo ideal
Dar fim ao preconceito racial
"QUATRO DAMAS NEGRAS"
Musas da dramaturgia nacional
Batam
palmas com amor
Quanta emoção (bis)
É a Lins Imperial
Contra a discriminação
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1998
ENREDO:
Búzios – O Paraíso da
Humanidade
COMPOSITOR(ES): Mazinho Sá, Newton, José Antônio
e Armando Oliveira
Hoje
eu tô de bem com a vida
Vou te atrair com meu astral
Trago a natureza em poesia
Cantando Búzios paraíso tropical
Nômades chegaram pelos mares
Dando início a ocupação
Retiravam os recursos naturais
Da flora e fauna dessa região
E os Índios Tupinambás catequizados
Defenderam esse torrão
Mas não resistiram à força da invasão
E o comércio se deu com a imigração
Trazendo mascates, ambulantes
Era o progresso com a mistura das nações
Tem
na praia de Babel
Mil histórias de amor (bis)
Louras, morenas, da terra
E a estrela de Brigite Bardot
E
a Lins Imperial tão bela
Vem mostrar na passarela
A magia da cidade
Que atrai turistas estrangeiros
Pra este solo hospitaleiro
Santuário de beleza
Inspiração do criador pra natureza
Vamos
preservar
E que a ambição (bis)
Não provoque a devastação
Nossas vidas terão bem mais vida
É o nosso grito de alerta pra nação
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1997
ENREDO:
Tudo isso é Brasil
COMPOSITOR(ES): Paulinho Poeta, Tuiu Pontes e Paulo Russo
Axé,
muito axé
Tudo isso é Brasil (meu Brasil)
Gigante pela própria natureza
Nessa terra tem riqueza
Tudo que se planta dá
Vindos de além-mar
Os portugueses neste solo aportaram
Trouxeram crenças
Iguarias e costumes
Os imigrantes nossas terras exploraram
Nova cultura surgiu
Nosso folclore aumentou
E num batuque nosso samba começou
Tem
jongo, maculelê
Frevo e Maracatu (bis)
Bumba meu Boi, tem afoxé
Gira baiana que hoje tem candomblé
Oh!
Lua
Iraci clareia, ô, ilumina meu cantar
O Astro Rei incendeia
O futebol me faz delirar
Na magia dessa festa profana
Pierrôs e colombinas
Brilham nesse carnaval
Em ouro e prata
Pedra preciosa e reluzente
Minha Lins se faz presente
Exaltando o Eldorado Tropical
Sou
índio, Sou Negro
Sou Branco, Sou raça (bis)
Encanto o mundo
Com gingado da mulata
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1996
ENREDO:
Méier, ponto de encontro de cantos
e encantos
COMPOSITOR(ES):
O
Méier é o coração do Rio
É amor, é alegria
Desde o tempo imperial
Recanto da minha poesia
Que se inebria
Sob os lampiões a gás
Da cancela a sua história
Seu progresso é vitória
Deste bairro de valor
Ecoam lindas melodias
Ao redor do meu jardim
Retreta
no coreto
A tarde inteira (bis)
Na elite a gafieira
Bambas a bailar (a bailar)
Shopping
Center
Pioneiro no Brasil
Do boliche e das danças
Ponto de encontro juvenil
No Gargalo
Como é bom recordar
Cinema Imperator
O ponto central
Renomes da cultura nacional
Nasceu o clube do samba
A semente germinou
Do João nó na madeira
No chopinho a saideira
Onde o poeta se inspirou
Lá
vem o trem, traz alegria
Que contagia toda Lins Imperial (bis)
Lá vem o trem também, trazendo alguém
Para brincar o nosso carnaval
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1995
ENREDO:
Estrela imperial em verde e rosa
COMPOSITOR(ES): Gilmar, Jorginho Família, Gilberto e
Marquinhos Mola
Hoje
minha escola tão querida
Apresenta na avenida
Glórias de real valor
Assim surgiu
Ela com todo seu esplendor
Maria Helena
Seu sonho realizou
Brilha nessa passarela
Essa artista tão bela
Que o mundo inteiro encantou
Vamos
cantar, sambar, sorrir
Com a rainha negra na Sapucaí
Vamos cantar, sambar, sorrir
Com o seu Botafogo a galera sacudir
Do
cinema ao teatro
O seu canto está no ar
Seu talento é sucesso
Que enriquece o progresso
Dessa festa popular
Um
grande show
Um enredo triunfal
Ilumine o universo
Minha estrela imperial
Odoye
odoya
Meu pai Ogum salve salve saravá (bis)
Odoye odoya
Iemanjá sob a luz de Oxalá
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1994
ENREDO:
Magos da oitava maravilha
COMPOSITOR(ES): Lima de Andrade, Condongo e Zeca do Lins
Vou
te abraçar
E te vestir o minha fantasia
Quero levantar o teu astral
Canta a Lins Imperial
Nesse mundo de magia
Bote a máscara na face
Vem curtir esse disfarce
Com um toque de beleza
Tem confete e serpentina
Pierrô e Colombina
Já no baile de Veneza
Felicidade
amor e alegria
Tomar um porre com deus Baco na folia (bis)
Joga
água nessa gente que só quer se divertir
Era poeira do talco
Que as ruas viram palco
O entrudo é isso aí
Hoje a emoção revela
Ilumina a passarela
Pra sambista desfilar
Clareia a chama do seu talento
Ascendendo o sentimento
Paz o mundo se encantar
Quero
luz, cor e emoções
Com os magos nas escolas (bis)
Empolgando as corações
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1993
ENREDO:
O mundo encantado de Beto Carreiro
COMPOSITOR(ES): Pezão, Zé de Paula e Waldir Imperial
A
Lins Imperial é alegria ô...
Para um mundo novo exaltar
O show de Beto Carrero
Com seu coração aventureiro
Tevê, cinema
O sonho se faz real
Cavaleiro luminoso
O bem enfrentando o mal
Nas vilas do velho oeste ô...
Nosso herói é imortal
Quero
sorrir, quero brincar
Com a fantasia que me faz sonhar (bis)
Pega
minha mão ô ô ô ô
Me leva pelo reino da ilusão
Palhaços que euforia
Águas dançantes, encantos e magia
Eis me aqui bela princesa
Teu cavaleiro sempre pronto a lutar
África misteriosa
Teus segredos quero desvendar
Vem, vem comigo ô...
Deixe a mente fluir
Aqui tudo pode acontecer
E o futuro é logo ali
Skindolêlê
lêlê skindolalá
Eu sou criança e quero saracotear (bis)
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1992
ENREDO:
Rio - Eco 92
COMPOSITOR(ES): João Banana e Kiquinho
A
terra lixo vai virar
Iremos nós nessa folia
É demais pro coração o mar virar
sertão
esse tempero que amarga o dia a dia
A que será que se destina a humanidade?
O amor por ela se desfaz
Num delírio que saudade
Quero
amor e ar puro pra viver
Quero me educar para dar vida a outro ser (bis)
Ecoou
no céu a voz para imensidão
Revelando a maldade
Que nega aos olhos a fascinação
Ecoou, vozes unidas buscam solução
Maravilha na cidade
Num romance de emoção
Sou
rio que ruma pro mar
Sou a vida a cantar (bis)
Sou natureza em poesia
Sou a magia que te faz sonhar
Olha
a saga do mundo aí
Verde é vida na Sapucaí (bis)
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1991
ENREDO:
Chico Mendes, o Arauto da natureza
COMPOSITOR(ES): João Banana, Serjão, Jorge Paulo
e Tuca
Quanta
maldade é ver
O homem destruir (bis)
O que hoje encanta
A Sapucaí
Amazônia
Que verde encantador
Fauna tão linda
Um verdadeiro festival de cor
Terra
rica em frutos e pesca
Chico foi o mensageiro (bis)
Em defesa da floresta
Os
invasores, por ambição
Mataram Chico
Dando seqüência à destruição
Kararaô
O grito forte do índio ecoou (bis)
Kararaô
A natureza inteira despertou
Voa
pássaro da paz
Voa livre e vai mostrar (mostrar, mostrar)
Que essa área verde existe
Para o mundo respirar, lá, lá, laiá
Para o mundo respirar
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1990
ENREDO:
Madame Satã
COMPOSITOR(ES): Russo, J. Mercadante, Neguinho Andrade e Homero
Guiné
A
lua vem brilhando cor de prata
Pra iluminar a Lapa
Dos sambistas e seresteiros
Que ao trocarem a noite pelo dia
Divulgavam as melodias
Do nosso cancioneiro
Quem não conhece esse recanto
De beleza e de encantos
A boemia é seu costume principal
Lapa, dos malandros e artistas
Das mundanas que conquistam
Dos famosos cabarés
Vinham rufiões e cafetinas
Disputar em cada o comércio dos bordéis
Navalha no bolso e chapéu de Panamá
Lá vai o malandro o baralho cartear (bis)
João Francisco dos Santos
Abandonou a sua terra natal
Fez da sedutora Lapa
O seu mundo ideal
Vagando pelas ruas encontrou Catita
Rainha das casas de tolerância
Que açoitou o menino
Dando proteção e confiança
Cresceu no meio da malandragem
Alimentando o sonho de artista
E nos anos 20 foi lançado no teatro de revista
E no República brilha João fantasiado de
morcego
Ganhou o vulgo de Madame Satã
Pela polícia que roubou o seu sossego
Satã é mais um anjo que o inferno acolheu
A Lapa é um mundo que jamais ele esqueceu (bis)
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1989
ENREDO:
Gênios da Ilusão
COMPOSITOR(ES): Tuninho do Cavaco, Feijó e Bibi
Vem
comigo amor
Vem sentir a emoção (bis)
Veste a sua fantasia
E vem brincar com os gênios da ilusão
Morfeu
eleva o artista
Ao sonho divinal
O enredo é fascinante
Vai brilhar no carnaval
Plantou
a semente do luxo, plantou
A simplicidade também germinou (bis)
Passo
a passo na avenida
O artista realiza
Seu sonho triunfal
Tudo é brilho, luz e cor
Dando vida à fantasia
À alegria popular
Que visual!
Que perfeita harmonia!
Desperta na folia
O show vai continuar
Ele
borda lá no céu
Uma lua cor de prata (bis)
Reluzindo a beleza
E o gingado da mulata
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1988
ENREDO:
Primavera, é tempo de saudade, tributo
a Zinco e Caxambu
COMPOSITOR(ES): Celso, Lima, Pezão, Ernandes e Marinho
Desperta
a alegria e a esperança
É a primavera num sorriso, que esplendor
E a Lins Imperial vem toda prosa
Decantar em verde e rosa
Imagens de um cenário de amor ô, ô,
ô, ô
Rosas,
cravos, violetas
Margaridas, e jasmins
Pirilampos ociosos
Iluminam o jardim
Nos
canteiros da vida
Plantei meu coração
Colhi felicidades
E amor-perfeito em botão
A
saudade bate forte
Em meu peito sem parar
Quando eu vejo borboletas e
Colibris a bailar
Oh!
Caxambu, um flamboyant
Que te contempla a soluçar
A madrugada não exala pelo ar
O perfume da sedução lara, laiá
Zinco são suas lágrimas
Estrelas do infinito
E as chaminés rasgando o céu
Que hoje são
Hostis troféus da evolução
Minha
escola está divina
Em multicores tão belas
Alegremente vem saudar a primavera
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1987
ENREDO:
Tenda dos milagres
COMPOSITOR(ES): Zeca do Lins, Tiãozinho da Viola e Lula
O
fruto do amor é poesia
Que no pelourinho germinou
Mas o mestiço Bedel irreverente
Que a Bahia encantou
Quem é esse poeta, jornalista e escritor
Que fez da luta seu hino de louvor
E combateu em prol de sua raça
Quem é esse farrista, mulherengo e beberrão
Que traz no coração
Seus costumes, sua graça
Pedro
Arcanjo, sim é da Bahia
Ojuobá de Xangô (bis)
Ogã de Mage Bassã
Que numa tenda fez milagres de amor
Vamos
pintar Lídio Corró em cores vivas
A vida de Arcanjo em poesia
Da vitória sobre a Diaba na orgia
Silêncio, mas não cale o Afoxé por
tanto tempo
O corpo estendido pra sempre adormeceu
E ficou guardado na memória
Tire a página da história
Que a Lins Imperial hoje escreveu
Axexê,
Axexê Omorodé
Quem ama a flor rosa (bis)
Ama a rosa flor mulher
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1986
ENREDO:
Por um lugar ao sol
COMPOSITOR(ES): Celso, Lima, Marinho e Ernandes
Pisei
Na passarela com emoção
Para falar de um grande amor
Que guardo sem carinho no coração
Esse
amor
Nasceu de um lindo enlace matrimonial
Entre
a Flor do Lins e Filhos do Deserto
Surgiu a nossa Lins Imperial... (bis)
Na
difícil caminhada
Colhemos alegrias e desilusões
Fizemos belos carnavais
Desfilamos com empolgação
Quem
não se lembra
Da Bahia de Jorge Amado
Guarda velha — velha guarda
A guerra do reino divino espetacular
Com Dona Flor e seus dois maridos
Conquistamos o primeiro lugar
A
esperança não acabou
Minha Lins Imperial, onde você for eu vou
Seja aqui nesta avenida
Ou na passarela principal
Quero ver você, ó verde rosa
Brilhando no carnaval
Por
um lugar ao sol
Lutarei até o final (bis)
Em toda minha vida
Pela Lins Imperial
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1985
ENREDO:
Feliz por um dia
COMPOSITOR(ES): Cícero Pereira e Rocha
Oh!
Melodia
Minha doce inspiração
Poesia, minha musa sedução
Deixa-me embalar na fantasia
Nesse dia de folia de perfume luz e cor
Vou-me embriagar na alegria
Abraçado à magia da pureza do amor, amor
Amor, amor ô ô
Brilho forte da esperança
Me levo ô ô ô
Ao reino dos sonhos de uma criança
Entrei, na floresta encantada
Ouvi o que as plantas falavam
Homenageavam
O canto das flores que anunciavam
Lá
vem o circo meu amigo é trapezista
É palhaço é artista domador malabarista (bis)
Vou
contar
Vou contar, tudo que conto no meu conto
Nos acordes de um piano
Vivo a lira musical
Lá
vai, minha nave espacial
Cruza o espaço sobre a terra (bis)
Traz a paz espanta a guerra
Com a Lins Imperial...
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1984
ENREDO:
Só vale quem tem dinheiro
COMPOSITOR(ES): Antero, João Banana e Edivaldo Sargento
Dinheiro,
oh dinheiro
A mola do mundo
Engrenagem de ambições
Fabricante de verdades
Causador de ilusões
Símbolo de bons e maus costumes
Facão de dois gumes, de tanto valor
Que dita, que provoca grito
Que gera conflito e o desamor
Só
vale quem tem
Quem não tem morre de fome (bis)
Esse monstro me fascina
Esse monstro me consome
Vou
procurar um meio do dinheiro conquistar
Quero sair da pobreza
E na riqueza viver sem reclamar
No trabalho, mão grande ou baralho
Eu vou tentar
Na loto, na loteca ou loteria
Pois sei que meu dia
Não tarda a chegar
Quando
ele chegar, ô ô ô ô
Vou navegar no esplendor
Eu vou comprar este mundo pra mim
Vou abraçar o espaço, enfim
Eu vou me realizar
Por favor, não me acordem
Me deixem sonhar
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1982
ENREDO:
Clementina, uma rainha negra
COMPOSITOR(ES): Tibúrcio, Antero e João Banana
Vindo
de solo africano
Para o torrão brasileiro
Sofrendo tratamento desumano
Viajando em navio negreiro
O negro, assim, aqui chegou
E semeou seus costumes e tradições
tentando afastar os sofrimentos
Com os lamentos de suas canções
Entoava o Caxambu, Jongo , lundu
E ao som do afoxé o candomblé - O candomblé
E o samba hoje internacional
É o nosso orgulho nacional (bis)
Com alegria o negro fazia uma festa, que beleza!
Era o cortejo da Rainha Negra
Simbolizando sua nobreza
Festa que hoje vamos relembrar
E ao mesmo tempo homenagear
Numa apoteose triunfal
Uma figura tradicional
Clementina de Jesus
Com seu porte e sua graça
Simboliza a rainha
E a grandeza dessa raça
Ela hoje vai reinar
E nós vamos vadiar
Lá vem Clementina
Que a todos fascina
Que canta e encanta os momentos felizes
Lá vem Clementina
Que mostra, que ensina
A cultura negra e suas raízes
Taí Clementina
Eterna menina
Que hoje é Rainha pra gente exaltar
A Rainha Negra de todos os tempos
Que até o próprio tempo
A quer conservar
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1981
ENREDO:
Meu padim, padre Ciço
COMPOSITOR(ES): Carlinhos Melodia e Buíca
Meu
povo homenageia este mito
Da crença popular
O pedido capelão
Que no sertão semeava a união
Nas terras secas ele plantou
A mensagem de amor e fé
Vendo o povo sem sorte
Pediu proteção ao divino
Para os romeiros do norte
Ciço
Romão, o mensageiro
Foi herói em Juazeiro (bis)
No
celeiro do nordeste brasileiro
A crença, o mito e o ritual
Os romeiros que chegavam dia a dia
Em busca de um mundo ideal
Até o cangaceiro
Foi buscar sua benção
No templo dos milagres
Em fuga da perseguição
Meu padim é Padre Ciço
Nada tenho a temer (bis)
Tenho fé e esperança
De um novo amanhecer
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1980
ENREDO:
Guarda velha, velha guarda
COMPOSITOR(ES): Valdir e Guiné
No
Largo da carioca
Um chafariz existia
Onde os escravos e lavadeiras
Batiam boca e brigavam todo dia
Sai
''muleque'', chega prá lá
Vou vender água, prá me libertar (bis)
Foi
quando Dom Luiz Freire
Resolveu fundar...
A ''Guarda Velha'' e a ordem
Voltou a imperar
Essa guarnição era lembrada
Em tudo que ali se construía
Pois teu nome a um Circo
Café, Concerto e também Cervejaria
Donga e Pixinguinha
Formaram um Conjunto Musical
Que foi luz inspiradora
Da ''Velha Guarda'' sempre tradicional
Era lindo a gente ver
A Comissão de Frente desfilar
Mestre-Sala e Porta-Bandeira
Evoluindo fazia o povo vibrar
Pelo
telefone, mandam avisar
Estão mudando, nossa arte popular (bis)
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1976
ENREDO:
Folia de Reis
COMPOSITOR(ES): Agnelo Campos e Efe Alves
O
samba vem homenagear
Tradições antigas
Do folclore popular
Folguedos e cantigas
Violas e violeiros
Repentistas e trovadores
Um singular cancioneiro
As folias de reis euforia e cores
Uma
estrela anunciando
Que chegou trazendo amor (bis)
Pastorinhas vão cantando
Dando loas ao senhor
Nas
janelas das donzelas
Moços, velhos e crianças
Repicam os sinos da matriz
Salvas e vivas as chaganças
Miçangas, colares de dentes
Lamentos e sons de correntes
Na dança dos concubins
Bumba-meu-boi olê, olá
Me perdoe a confiança
Em sua casa vou mandar
Abre
a porta, oh!Senhora
Muitas léguas caminhei (bis)
Eu estou chegando agora
Repetindo os três reis
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1969
ENREDO: Imperatriz das rosas
COMPOSITOR(ES):
O real acontecimento
A história registrou
Do segundo casamento
De D. Pedro I o Imperador
Amélia Augusta Eugênia Napoleona
Foi a linda princesa
Que o Marquês de Barbacena
Trouxe com grande realeza
Conduzida numa carruagem
Com grande acompanhamento
Para a capela onde aconteceu então
Após o casamento a cena do “Beija mão” (bis)
Ficando a princesa formosa
Conhecida como Imperatriz das Rosas
O cortejo nupcial
Levava D. Pedro feliz
Para o Palácio Imperial
Tendo ao lado a nova imperatriz
Nas ruas ou mesmo no salão
A cor rosa predominava
E o requinte da ornamentação
A D. Amélia fascinava
O galante imperador
Em homenagem a sua amada
Amorosamente se inspirou
E a “Ordem das Rosas” criou
Quando o amanhecer surgia
O mestre de cerimônias anunciou (bis)
Estamos no fascínio da alegria
Mas o baile das rosas terminou
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