SAMBAS-ENREDOS
| |
|
2007
ENREDO:
O ti-ti-ti do Sapoti (redição do Carnaval
1987)
COMPOSITOR(ES): Darcy do Nascimento, Djalma Branco e
Dominguinhos do Estácio
Que ti ti ti é esse
Que vem da Sapucaí (bis)
Tá que tá danado
Tá cheirando a sapoti
Baila no céu a esperança
O cheiro doce e o perfume
Vêm no ar
Olê, olê, olê
Vem de terra mexicana
Mandei buscar pra você
Sacode pra colher
Do pé que eu quero ver (bis)
Até o dia amanhecer
D. João achou bom
Depois que o sapoti saboreou
Deu pra Dona Leopoldina
A Corte se empapuçou (e mandou)
E mandou rapidamente
Espalhar no continente
Até o Oriente conheceu
E hoje no quintal da vida sou criança
Me dá que o sapoti é meu
Isso virou tutti-frutti
Tutti-multinacional
Virou goma de mascar (bis)
Roda pra lá e pra cá
Na boca do pessoal |
| |
|
2006
ENREDO:
Quem é você?" (reedição do Carnaval 1984)
COMPOSITOR(ES): Darcy do Nascimento, Jangada e
Dominguinhos do Estácio
Chegou a hora
A hora da cobra fumar
É o velho Estácio na avenida
Que feliz da vida
Vem se apresentar
Que idéia feliz
Teve o artista
Num repente genial
Quem é você
Que brilha neste Carnaval (bis)
Posso ser colombina
Ou talvez pierrô
Quem sabe arlequim
Ou um grande amor
Vem de lé, vem de lá, vem de lá
Ô ô ô (bis)
Vem de lá, vem de lá, vem de lá
Um abraço forte dado com amor
Neste enredo esfuziante
Importante como quê
Maravilhas que se mostram
Coisas tão bonitas de se ver
Roda gira, gira roda
Gira o meu coração
Gira a arte e a folia
O show, a cenografia
Gira ilusão
Vou cair na gandaia
Vou me acabar (bis)
Nos braços da lira
Eu quero é rosetá |
| |
|
2005
ENREDO:
Arte Negra na Legendária Bahia (reedição
do Carnaval 1976)
COMPOSITOR(ES): Caruso, Caramba e Dominguinhos do
Estácio
Abram alas meus tumbeiros
Aos sete portais da Bahia
É a arte negra que desfila
Com seus encantos e magia
Da sua terra, trouxeram a saudade
A capoeira, o berimbau
Os enfeites coloridos
O pilão, colher de pau
Iorubá,
Bantos, Gegês
No terreiro dançavam (bis)
Samba e batuquegê
Falavam
a língua nagô
Rezavam forte com fé
Talhando arte deixaram
Imagens do candomblé
Pro
mau olhado, figa de guiné (bis)
Ricas
mucamas de branco
Com flores num só canto
Vão à igreja do Bonfim ofertar
Água no pote ao Pai Oxalá
Saravá,
Atotô Obaluaiê
Yemanjá, Ogum, Oxumarê (bis)
|
| |
|
2004
ENREDO:
A Estácio é dez, o Brasil é
mil e a fome é zero
COMPOSITOR(ES): Marquinhos, Da Latinha, Pedrinho, Julinho e
Pinto
Vem vamos mudar
Acreditar, ser brasileiro
O nosso país tem mais Brasis
Que o mundo inteiro
Fome nunca mais
Lá no Egito um faraó sonhou
Pão e circo em Roma
Pro povo a ilusão
Na França a revolução
Maria Antonieta a cabeça perdeu
A própria sorte dela se esqueceu
Oh! Deus Pai faz meu sol brilhar
A miséria corrói, faz chorar (bis)
Pobre olha pro céu, por caridade
Pede saúde e felicidade
Vida
Severina
Meu nordeste, meu sertão
Migalhas de sonhos são deixadas pelo chão
Vamos dar as mãos, cidadania pra valer
Brasil, teu povo clama igualdade
Praticando a fraternidade
A fome vai ter fim
Gerando emprego, trabalho e amor
Rico estou!
Vermelho
e branco é sedução
Pra ser sincero (bis)
Estácio é dez, Brasil é mil e a fome
é zero
|
| |
|
2003
ENREDO:
Um banho da natureza: Cachoeiras de Macacu
COMPOSITOR(ES): Reginaldo, Tião Larrieu, Magrão,
Arthur 104, Ge de Ogun e Batista Coqueiral
Sou
Estácio, chuê, chuá
Vou dar um banho de alegria
Sapucaí vai balançar
Ó mãe natureza, abençoada pelo criador
Até o malfeitor se encantou com tanta beleza
Cadê meu pau-brasil?
Ciclo da cana e ouro, ninguém viu
O comércio alavancou
As riquezas do país
Os
índios guerreiros, os donos da terra
Foram escravizados (bis)
Perderam a crença, perderam a guerra
Perderam o seu Eldorado
O progresso aqui chegou
Com a corte e a realeza
A Leopoldina inaugurou
Sigam "Caminho do Imperador"
Quem cultivou café
A fauna e a flora de belezas naturais
Agora... alguém me viu
Sou jóia rara
Da coroa do Brasil
Samba,
suor e cerveja
Um batuque na mesa (bis)
"Schindô"
Onde o céu é mais azul
Em Cachoeiras de Macacu
|
| |
|
2002
ENREDO:
Nos braços do Povo , na passarela
do samba ...... 50 anos de O Dia
COMPOSITOR(ES): Edyr Carvalho, Zé Pezão, Zé
Carlos e Fabinho Paz
Sou Estácio, meu samba é raiz
Vou nos braços do povo feliz (bis)
Sou internet, jornal, rádio da alegria
Com cinqüenta anos de "O DIA"
Hoje,
sou a luz que te ilumina
Trago informação pra enriquecer, teu ser
A voz e o anseio deste povo
Meu samba é alerta pra você
Basta de tanta impunidade
Mostro a realidade
Pintando a cara, meu protesto te conduz
Eu quero postura de honestidade
De braços dados com a verdade
Na economia, indicar a direção
Na luta contra a inflação
Meu
ataque é defesa... (Tênis e futebol)
E o vôlei, a pelada... (Num dia de sol) (bis)
Tem surfista e ciclista... (Em velocidade)
Com esporte e lazer... (Boto banca na cidade)
Eu
sou "O DIA D", estou na moda
O meu estilo se renova
Com teatro, cinema e televisão
Sou carioca antenado, roqueiro sarado e funkeiro de opinião
Vou curtindo dança de salão
Vai meu leão, com garra exaltar tua bandeira
Tão bela, na história pioneira
E faz nossa gente sonhar
Informação é arma pra se defender
na vida
"O DIA" irreverente na avenida
É bom de samba e bom de briga
|
| |
|
2001
ENREDO:
E aí, têm patrocínio?
Temos : "José"
COMPOSITOR(ES): Edyr Carvalho, Zé Pezão e Zé
Carlos
Vem comigo conhecer
A história de um homem que nasceu pra vencer
Sofreu com preconceito racial
Muito jovem, viu na corte imperial
Os escravos que sofriam
Mas foi em frente e conquistou
Amizades verdadeiras
Na Gazeta de Notícias
O romancista se inspirou
Na
abolição abraçou um ideal e deixou...
Uma lição (bis)
Mas o milagre surgiu quando a princesa assinou
o final da escravidão
Aclamou
nossa república
Foi no Amazonas exilado
Viu o futuro dos transportes
E Patrocínio ficou deslumbrado
Com uma coisa impossível
Era o sonho do balão
Depois do canto do cisne
Veio a dor de uma partida
Essa figura imortal
Sempre estará em nossas vidas
E aí, tem Patrocínio? Temos José.
Estácio, quanta sedução! (bis)
Esse grande brasileiro
Que mostrou ao mundo inteiro
O sonho da libertação
|
| |
|
2000
ENREDO:
Envergo, mas não quebro
COMPOSITOR(ES): Gílio, Ricardo, Russo, Carlinhos Tizil,
J. Araújo e Dominguinhos do Estácio
Lá vou eu
Com a Estácio de Sá na avenida
De vermelho-e-branco colorir seu carnaval
Balançar a Sapucaí
Sou a planta mais formosa
Que a natureza cultivou, com amor
Diferente, tão bela
E a mão do homem modelou
Sou
a lança do índio pra caçar
A pipa está no alto, vem brincar (bis)
No arraial pra alegrar eu vou
Vou enfeitar
E
no Japão
Na cerimônia do chá estou
Trazendo paz ao seu interior
Equilíbrio e harmonia
No Taj-mahal o templo do amor
Irmão do homem eu sou
Na alegria ou na tristeza
Oyá, oyá ôôô me fiz palco
de suas oferendas
Oh! Quanto esplendor!
Na decoração dei um toque sutil
Na culinária o sabor seduziu
O meu som vai ecoar, ecoar
Eu
balancei mas não caí
Envergo, mas não quebro, que legal! (bis)
Virei enredo, minha vida é história
E poesia neste carnaval
|
| |
|
1999
ENREDO:
No Passo do Compasso... A Estácio no Sapatinho!
COMPOSITOR(ES): Roberto Eloy, Wagner Cristal e Cacá
Vou delirar
Curtindo a minha Estácio de Sá (delirar)
No compasso desse passo eu vou que vou
Dançar no sapatinho meu amor
Surge...
um ser iluminado
Abrindo o meu caminho que alegria
Vem fazer feliz
Meu
povo quer cantar, sambar
(Olha a Estácio de Sá!)
Brilhar, dizer no pé
Com o pisante que vier
Nem
que suba nas tamancas
Vou brincar o carnaval (bis)
Sem salto alto, no maior astral
Veio...
evoluindo passo a passo
De couro, sola e cadarço
Até a era industrial
Tem
a plataforma, o botinão
Coturno e cromo alemão
E o sapatinho de cristal
Se
apertar então eu calço um chinelo
Ou aquele tênis velho
E dou um bico na tristeza
Que beleza... vamos nessa meu leão
Sapatilha, sapatão
Pisa forte nesse chão
A
mão no couro faz bum
Estácio ziriguidum (bis)
Meu samba é "Franca" paixão que
dá no pé
Vem ver o céu clarear
Pra ser feliz e sonhar
Vem brincar
|
| |
|
1998
Enredo: Academia Brasileira de Letras, Cem
anos de Cultura
COMPOSITOR(ES): Elcy, Marcelinho, Roberto e Eduardo Martins
Vamos exaltar com euforia
O centenário da academia
Guardiã da Língua Portuguesa
Tem a sua existência
Na influência francesa
Glória da cultura brasileira
Foi Machado de Assis
Seu presidente imortal
Consagrado na história do Brasil
Romancista universal
Deixe
a sua magia me contagiar
Moreninha, romantismo
Que me faz sonhar
Ah!
Que sedução
A literatura consagrou
Dona Flor um grande amor
No cinema encantou
E a linda Gabriela na televisão
Morte e vida Severina no teatro
Que fascinação!
E num céu de poesias
De escritores geniais
Brilha a mulher, estrela guia
Na constelação dos imortais
No
gingado da mulata vou sambar
Academia no samba vai passar
E na Estácio e vou me acabar
A bateria me faz delirar
|
| |
|
1997
Enredo: Através da fumaça, o mágico
cheiro do Carnaval
COMPOSITOR(ES): Basílio, Zé Luiz, Gabrielzinho
do Pandeiro e Baby
Canta, meu povo
Mê dê o seu calor
Sou
fumaça perfumando a passarela
Sou a Estácio, na magia do amor (bis)
Minha
vida é história
Noé no Ararat me usou
Em agradecimento
Ao criador
Na minha epopéia de glória
Andei na Babilônia, do Deus Baal
Em Jerusalém, a Rainha de Sabá
Jogava seu perfume
Pra seu amor conquistar
No Olimpo, minha fragrância aconteceu
Em Roma, ganhei meu apogeu
Na Judéia, Salomão caiu nas malhas da sedução
Dos Reis Magos, meu poder, meu coração
Das cruzadas, passei à Europa medieval
De rei, rainha e Imperatriz
Sou oriundo do vegetal
E também do animal
Nos índios e negros
Simbolizei a fé de um país
Com a lança-perfume embriaguei
Arlequim, Colombina e o Pierrô
No
carnaval sou o sonho de esplendor
Sou a rosa a exalar o perfume da flor (bis)
|
| |
|
1996
ENREDO: De um novo mundo eu sou e uma nova
cidade será
COMPOSITOR(ES): Adilson Gavião, Déo, Orlando
Landão e Caruso
Em águas claras naveguei...
Aqui cheguei
Vim em busca de riqueza, que beleza
Me encantei
Bravo Estácio foi à luta
Um herói nesta disputa
Tudo que ele fez valeu
Assim o Rio passa a ser a capital
Da relação entre Brasil e Portugal
Balança,
balança quero ver pesar (bis)
Os portos se abrem, vamos exportar
Ciclo
do pau-brasil, ouro e café
Na industrialização entrei com fé
Sou capital, eu sou, das artes no país
Minha beleza natural deixa você feliz
É...
o artista pintando a sua emoção
Entrando em cena o seu coração
Do peito brotando uma linda canção
Enfim,
uma nova cidade no Estácio fluiu
É o mundo mais perto do nosso Brasil
A notícia, o fato, a informação
Então...
a evolução vai pedindo passagem
O samba fazendo a sua homenagem
À telecomunicação
O
teleporto está no ar
É nessa que eu vou me ligar (bis)
Na era da modernidade
Uma nova cidade será
|
| |
|
1995
ENREDO: Uma vez Flamengo...
COMPOSITOR(ES): David Correa, Adilson Torres, Déo e
Caruso
O céu rasgou
Na noite que reluzia
Um show de estrelas
Brilhou nos olhos
De um novo dia
A poesia
Enfeitada de luar
Encantou o Estácio (ó paixão)
Paixão que arde sem parar
É
tengo tengo
No meu quengo é só Flamengo (bis)
Uh! Tererê
Sou Flamengo até morrer
Seis
jovens remadores
Fundam o grupo de regatas
Campeão o seu destino (ô)
É ganhar em terra e mar
Fazendo sol
Pode queimar, pode chover
Vou ver Fla-Flu
Fla-Vas vou ver
Diamante negro, Fio Maravilha
Domingos da Guia, Zizinho, Pavão
Gazela negra
Corre o tempo no olhar
Será que você lembra
Como eu lembro o mundial
Que o Zico foi buscar
Só amor
Na alegria e na dor (ô ô)
Parabéns dessa galera
Cem anos de primavera
Cobra
coral
Papagaio vintém (bis)
Vesti rubro-negro
Não tem pra ninguém
|
| |
|
1994
ENREDO: S.A.A.R.A. ... A Estácio chegou no
lê lê lê de 'alalaô
COMPOSITOR(ES): Fininho, Pereira, Edmilson e Marinho
Tem balangandã
E jóia rara (bis)
Nesse canaã
Que é o SAARA
Paraíso que um dia encontrei
No coração desta cidade
Vim, venci, fiquei
São cem anos de idade
Hoje a Estácio de Sá
Tem história pra contar
Bem pra lá de Bagdá
É leilão, é leiloeiro
É pregão, é pregoeiro
A promoção vai começar
Carrega, vamos moço
Quem paga um leva três (bis)
Eu perco tudo
Mas não preço o freguês
Babel
Do comércio de sonhos
Um pedaço do céu
Pedi a São Jorge guerreiro
Pra nos ajudar
Achei nesse canto
Um recanto, para descansar
Sonhei,
acordei
Na minha visão (bis)
Na cabeça dá leão
|
| |
|
1993
ENREDO: A dança da Lua
COMPOSITOR(ES): Wilsinho Paz e Luciano Primo
Clareou, clareou, clareou (clareou)
A dança já vai começar (obá,
obá)
Clareou, clareou, clareou
A
Estácio tem a Lua como par (bis)
Ouvi
contar, os índios Carajás
Que nada existia, até Kananciuê criar
Na frágil luz da "Lua Nova"
Faz a Terra e a flora, a fauna, o rio e o mar
O verdadeiro paraíso, Jardim do Éden
Ou quem sabe Shangrilah
E assim a Lua dançou e se faz crescente
E revelou (e revelou) o reino das pedras verdes
Os Guaquaris e os Sacis, Cancão e a Mãe
da Mata
Que protegiam as amazonas
Bravas guerreiras da nação Icamiabas
Bota
fogo na fogueira, pra clarear
Caipora flamejante, não quer parar (bis)
Se vaga-lume mau ilumina, manda soltar
Aprisiona o urubu-rei, pra "Lua Cheia" libertar
Dragão
lunar me conceda, o prazer de contemplar
Estas deusas que estão sob sua proteção
Que a "Lua Minguante" não tarda a chegar
Quando vier, reduzirá a claridade
Trará consigo a maldade, o zodíaco dançará
As bruxas negras casarão com Satanás
Muita orgia e algo mais, um verdadeiro sabá
A deusa Lua partiu
A "Lua Negra" chegou
Na busca do amor
O preto e branco é colorido
Tudo é mais lindo no nosso interior
|
| |
|
1992
ENREDO: Paulicéia Desvairada –
70 anos de modernismo
COMPOSITOR(ES): Djalma Branco, Déo, Maneco e Caruso
Eu vi (ai meu Deus eu vi)
O arco-íris clarear
O céu da minha fantasia
No brilho da Estácio a desfilar
A brisa espalha no ar
Um buquê de poesia
Na Paulicéia desvairada lá vou eu
Fazer poemas, e cantar minha emoção
Quero a arte pro meu povo
Ser feliz de novo
E flutuar nas asas da ilusão
Me
dê, me dá, me dá, me dê
Onde você for eu vou com você (bis)
Lá
vem o trem do caipira
Prum dia novo encontrar
Pela terra, corta o mar
Na passarela a girar
Músicos, atores, escultores
Pintores, poetas e compositores
Expoentes de um grande país
Mostraram ao mundo o perfil do brasileiro
Malandro, bonito, sagaz e maneiro
Que canta e dança, pinta e borda e é feliz
E assim transformaram os conceitos sociais
E resgataram pra nossa cultura
A beleza do folclore
E a riqueza do barroco nacional
Modernismo
movimento cultural
No país da Tropicália (bis)
Tudo acaba em carnaval...
|
| |
|
1991
ENREDO: Brasil brega e kitsch
COMPOSITOR(ES): Maneco, Orlando e Jangada
Veja, tanta beleza e poesia
Traz o circo Brasil... Brasil, Brasil
A Estácio em melodia
Ironiza o dia-a-dia
"Hello my baby", sente o toque
O dólar é nosso dinheiro
O meu samba dança rock
Tudo falso-verdadeiro
Gira
baiana, girou
Carmem Miranda virou (bis)
Americana, rumbeira
Olha
o que o malandro fez
Voltou falando inglês
O "Brazil" marcou bobeira
Televisão Deusa da fascinação
Balcão de fantasia
De produto sempre nobre
Cega rico, cega pobre
É consumo, hipocrisia
Quanta saudade
De nossos valores culturais
Pixinguinha e Noel
O fundador Ismael
E outros imortais
Oh.
meu Brasil
É kitsch, é brega (bis)
Se pagar o bicho come
Se dever o bicho pega
|
| |
|
1990
ENREDO: Langsdorff, delírio na Sapucaí
COMPOSITOR(ES): Jorge Magalhães, Adalto Magalha, Adilson
Gavião e Maneco
Num desfile fascinante
A Estácio vem mostrar e contar
A viagem deslumbrante
Que Langsdorff fez a mando do Tzar
(Foi em Minas Gerais)
Minas Gerais
Onde a odisséia começou
Flora, fauna, minerais
Catalogando tudo aquilo que encontrou
Empalhando os animais
E revelando seus achados a Moscou
(Com muito amor)
Em Cuiabá, margeando um igarapé
Viu a tribo Apiacá
Povoação ribeirinha ao Guaporé
Alucinado
com a febre do sertão
Viu a Rússia na Amazônia (bis)
Num delírio de ilusão
(Fascinação...)
Fascinação
O palácio do Tzar estava ali
Por incrível que pareça
Viu a mula-sem-cabeça
Galopando com Saci
E os colibris
Num bailar tão sutil
Borboletas revoando entre as flores
Matizando em muitas cores
A aquarela do Brasil
Que
maravilha
Coisa igual não vi (bis)
A Estácio é delírio
Na Sapucaí
|
| |
|
1989
ENREDO: De um novo mundo eu sou e uma nova
cidade será
COMPOSITOR(ES): Djalma das Mercês, Déo, Gustavo,
Bajão, Marinho e Pereira
Parece que o arroz, ô ô ô ô
Veio da China pra cá
Até seu imperador, botou banca na corte
Era o primeiro a plantar
Nessa
história
Árabe não leva fé (bis)
O arroz nasceu
De uma gota de suor de Maomé
Saboreia
o estrangeiro
Esse arroz que vai e vem (e vem, e vem)
E o povo brasileiro
Quando pode come também
Dívida externa, prato antigo
Nilo Peçanha já teve que comer, oi
Foi na Maria Fumaça que "vendeu" capim
Com arroz pra inglês ver
Vem,
meu amor
Linda noivinha, vem comigo pro altar
Eu quero um bom banho de arroz
Para nos fertilizar
Axé,
Axé, pai Oxalá
Na sua ceia (bis)
Tem arroz de Haussá
E
no Sul
O gira, gira, gira mundo do feijão (vejam só!)
Vejam só, comemos arroz doce
E o feijão é docinho no Japão
Ê
mulata!
Ê Brasil trigueiro! (laiá, laiá...)
(bis)
Põe o preto no branco
É feijão com arroz
Viva o povo brasileiro
O
feijão e o arroz
Num tempero especial
É a Estácio
Sacudindo o Carnaval
|
| |
|
1988
ENREDO: O boi dá bode
COMPOSITOR(ES): Djalma Branco e Caruso
A onda que me levou
Me embalou
De lá pra cá numa legal
E o vento que soprou
Me avisou que tinha boi no Carnaval
Procurei
E achei o boi "Ápis", o boi dourado
A minha fantasia
E também o "Minotauro"
O boi grego da mitologia
Lá
no Norte dancei
O "boi bumbá" (bis)
Bumba-meu-boi
Lá pras bandas do Ceará
Em
Pernambuco...
Ouvi contar que "Maurício de Nassau"
Por uma ponte fez o boi voar
Foi 171 que enganou o pessoal
No compasso...
Oi, joguei o laço pra pegar o boi (que fracasso...)
Que fracasso
Não sei pra onde o mandingueiro foi
Se
matar esse boi
O mocotó é meu (bis)
Pra pagar a corrida
Que esse boi me deu
Tem
boi no pasto e de presépio
Boicote em qualquer lugar
E o boi da cara preta
Que fez careta pra me assustar
O
boi de corte virou vaca
A carne é fraca, é isso aí (bis)
O boi dá bode na Sapucaí
|
| |
|
1987
ENREDO: O tititi do sapoti
COMPOSITOR(ES): Darcy do Nascimento, Djalma Branco e Dominguinhos
do Estácio
Que tititi é esse
Que vem da Sapucaí (bis)
Tá que tá danado
Tá cheirando a sapoti
Baila
no céu a esperança
O cheiro doce e perfume
Vêm no ar
Olê,
olê, olê
Vem de terra mexicana
Mandei buscar prá você
Sacode
prá colher
Do pé que eu quero ver (bis)
Até o dia amanhecer
D.
João achou bom
Depois que o sapoti saboreou
Deu prá Dona Leopoldina
A Corte se empapuçou
E
mandou rapidamente
Espalhar no continente
Até o Oriente conheceu
E
hoje no quintal da vida sou criança
Me dá que o sapoti é meu
Isso
virou tutti-fruti
Tutti-multinacional (bis)
Virou goma de mascar
Roda prá lá e prá cá
Na boca do pessoal
|
| |
|
1986
ENREDO: Prata da noite
COMPOSITOR(ES): Darcy do Nascimento e Dominguinhos do Estácio
Deixa o samba correr, chuê, chuê
Deixa a água rolar, chuá, chuá, oi
(bis)
Que hoje tem chuva de prata
A fina flor, a nata e a raiz
Fez
do palco uma bandeira
E da carreira uma religião
Guarda banca no cinema
No rádio e na televisão
Seu
nome criou fama
Seu talento corre chão (bis)
Construindo seu castelo
Vem surgindo Grande Otelo
O rei da ilusão
No
tabuleiro da baiana tem
Amor e fantasia
No tabuleiro da baiana também tem
Quindins de alegria
Fez Chacrinha na Lapa
Briga de tapa nunca rejeitou
Teve atrito com Satã
E Madame Satã acreditou
Morou no berço do samba
Foi bamba compositor
Onde
deu volta por cima
Fez rima de amor e dor (bis)
|
| |
|
1985
ENREDO: Chora, chorões
COMPOSITOR(ES): Djalma Branco, Caruso, Jangada e Djalma das
Mercês
Embalados neste som dolente
Vamos nessa minha gente
Unir os corações
Anda, meu amor, a hora é esta
Os chorões estão em festa
Gemem primas e bordões... nos salões
Soluça bem alto um cavaquinho
Chorando acordes, um pinho
Diz que é tempo de sonhar e recordar
E
lá vou eu
Meu bem, também (bis)
Choramingar
E
nesta festa
Sou chorão e vou chorar
Sou carinhoso desde bem pequenininho
Tico-tico sai do ninho
Pra comer o meu fubá
(E
em noite alta...)
Em
noite alta
Murmura a flauta
Apanhei-te cavaquinho
André de sapato novo
Pede ao povo
Pra chorar também brasileirinho
Urubu
malandro
É dengoso e quer dançar (bis)
Agarradinho
Nas cadeiras de iaiá
|
| |
|
1984
ENREDO: Quem é você (Vem de lá)
COMPOSITOR(ES): Darcy do Nascimento, Jangada e Dominguinhos
do Estácio
Chegou a hora
A hora da cobra fumar
É o velho Estácio na avenida
Que feliz da vida
Vem se apresentar
Que idéia feliz
Teve o artista
Num repente genial
Quem
é você
Que brilha neste Carnaval (bis)
Posso
ser colombina
Ou talvez pierrô
Quem sabe arlequim
Ou um grande amor
Vem
de lé, vem de lá, vem de lá
Ô ô ô (bis)
Vem de lá, vem de lá, vem de lá
Um abraço forte dado com amor
Neste
enredo esfuziante
Importante como quê
Maravilhas que se mostram
Coisas tão bonitas de se ver
Roda gira, gira roda
Gira o meu coração
Gira a arte e a folia
O show, a cenografia
Gira ilusão
Vou
cair na gandaia
Vou me acabar (bis)
Nos braços da lira
Eu quero é rosetá
|
| |
|
1983
ENREDO: Orfeu do Carnaval
COMPOSITOR(ES): Caruso e Djalma Branco
No verso apaixonado de Orfeu
Reina uma mulher somente sua
Por este amor maior que o envolveu
Enlouqueceu e vagou pela rua
No amor ferido de Aristeu
E o feitiço de Mira
A amante abandonada
A dama negra a ele apareceu
Levando para sempre a sua amada
O morro emudeceu
Explode a dor no peito de Orfeu
E o poeta apaixonado
Canta ao céu desesperado
O grande amor que perdeu
(Oh!
Lua)
Lua,
oh! Lua
Musa amada, branca e nua (bis)
Quero lhe beijar e lhe dizer: Sou seu
E você dizer sou toda sua
Desceu
do morro
Enfeitou sua tristeza
Fez seu reino de beleza
Das mágoas do seu coração
E este menestrel moderno
Procura até no inferno
A voz de sua razão
(e vai)
Vai
aos orixás do Candomblé
Demonstrando sua fé (bis)
Cai
na orgia
Porém nada mas fascina
Ao Pierrô sem Colombina
Na sua alucinação
Morreu
Orfeu
Vencido pelo mal (bis)
Mas há sempre
Um Orfeu no carnaval
|
| |
|
1982
ENREDO: Onde há rede há renda
COMPOSITOR(ES): Caruso e Djalma Branco
Me preparei
Para o desfile principal
Já mandei fazer a fantasia
De renda bordada
Lá da ilha da Madeira
Já estou pronto
Para entrar na brincadeira
Ô
ô ô ô ô ô
No rendar, rendou (bis)
A lenda diz que a moça índia foi primeira
Tecelã e que a renda é brasileira
Vem
de Portugal, eu sei
Quem joga a rede
Pega o peixe e faz a renda
Sá Maria, artesã e bordadeira imperial
Fazia renda no tear do casarão colonial
E
a rendeira do sertão
Virou poema, cantiga de Lampião
Tudo isto vem mostrar
Que há rede e renda
Tanto aqui quanto além-mar
Vou
deitar na rede
Vou sonhar os sonhos dela (bis)
E trazer muié rendeira
Pra rendá na passarela
|
| |
|
1981
ENREDO: Quem diria, da monarquia à
Boemia, ao esplendor da Praça Tiradentes
COMPOSITOR(ES): Caruso e Oliviel
Nesta avenida iluminada
Vem o artista louvar
O esplendor da velha praça
Relíquia da cultura popular
Destacando nosso imperador
A liberdade, a monarquia
Saudando o namorador
Sua corte e a boemia
Quem
diria, quem diria
Que o passado ao presente viria (bis)
Na
Praça...
Na Praça Tiradentes
Quando a noite chegava
Havia uma explosão de cores
Ao som da gafieira, boêmios pelas calçadas
Iam conquistando seus amores
E
os artistas nos teatros engalanados
Desempenhavam seus papéis
Jornais e as revistas publicavam as notícias
Que tiravam os chapéus
Tornei-me
um ébrio na bebida para esquecer
Pois não sabia que o passado eu ia reviver
E até hoje continua animado
O baile dos enxutos que não pára de crescer
Vira
mexe, mexe vira
Vestido de homem e de mulher (bis)
Vem o bonde vinte e quatro
Todos sabem que ele é
|
| |
|
1980
ENREDO: Deixa Falar
COMPOSITOR(ES): Elinto Pires e Sidney da Conceição
Vai levantar poeira
Oi deixa o couro comer (Lêo Lelê)
O Estácio virou tema
Seu passado é um poema
Agora é que eu quero ver...
É
o samba, Iaiá
É o samba, Ioiô
Mostrando pro mundo inteiro
O seu berço verdadeiro
Onde nasceu e se criou
É
samba de roda
Batucada e candomblé
Tem capoeira e gafieira dando olé
Foi
Ismael
O criador da primeira escola
Ao som do surdo e da viola
Fez o nosso povo cantar
Poesia e fantasia
Num carrossel de ilusão
Viemos mostrar agora
O velho Estado de outrora -
Revivendo a tradição
Deixa
Falar, ô...ô...
Deixa Falar (bis)
Relembrando aquele tempo
Que não pode mais voltar
|
| |
|
1979
ENREDO: Das trevas à luz do Sol, uma
odisséia Karajá
COMPOSITOR(ES): Elinto Pires e Leleco
Olê, olê
Olê lá (bis)
Se a vida tem segredo
Urubu-Rei pode contar
Conta
a lenda
Que os Karajás
Vieram do furo das pedras
Tal e qual os Javaés
E os Xambioás
No seu mundo encantado
Só na velhice que a morte acontecia
E a siriema despertou ô ô
A curiosidade que havia
Kaboi o Avoengo reuniu
Guerreiros para explorar a terra
E ficou desiludido
Resolveu contar tudo a seu povo
Que dividido partiu para um mundo novo
Kanaxivue
Bravo guerreiro casou com Mareicó
E foi procurar a luz
Para tornar o seu mundo bem melhor
Morreu numa imensa odisséia
Quando Urubu-Rei apareceu
Lhe deu a vida, o Sol, as estrelas
E o luar
E assim surgiu a lenda dos Karajás
|
| |
|
1978
ENREDO: Céu de Orestes no chão
de estrelas
COMPOSITOR(ES): Augusto Nunes, Oswaldo Guedes e Darci Branco
É
a vez de um poeta
E os seus versos despertam
Uma grande atenção
E as noites eram suas
As estrelas e a lua
Eram temas pra canção
Jornalista de conceito
Escrevia a respeito
Do Rio onde nasceu
Além
de ser patriota
Era um bom carioca (bis)
Seu nome o Rio jamais esqueceu
Ele
disse que o samba não é branco
Não é preto, é brasileiro (bis)
Ele é verde e amarelo
É marcado com pandeiro
O
poeta seresteiro
Que São Carlos vem mostrar
Era grande cancioneiro
Quando o samba de terreiro
Era no Estácio de Sá
Saudades
da luz de lampião
Da flauta, cavaquinho e violão (bis)
Do poema e da prosa
Jamais vamos esquecer Orestes Barbosa
|
| |
|
1977
ENREDO: Alô! Alô! Brasil, quarenta
anos de Rádio Nacional
COMPOSITOR(ES): Dominguinhos do Estácio
A Rádio Nacional
Está presente neste carnaval
E vem contar a sua história
Quatro décadas de glória
Descrita de maneira genial
Divino é recordar
Seu auditório cheio de alegria
Animado
por Cezar de Alencar
Outrora campeão da simpatia (bis)
Locutores
e cantores
Que lhe deram aquela dimensão
Sobrevive ainda Jorge Cúri
Dos tempos de Cordeiro e de Frasão
Fazem parte da sua aquarela
Roberto e Floriano Faissal
Cauê Filho, Henriqueta Brieba
Ísis de Oliveira e Elza Gomes
Filho
de Maria homem nasceu
Serro bravo foi seu berço natal (bis)
O Detetive Anjo e o Metralha
São partes da parte policial
O
Primo Pobre procurava o Primo Rico
Sempre que se via em aflição
O Peladinho dava o pulo da vitória
Depois de cada jogo do Mengão
Balança,
balança, balança, mas não cai
Balança, balança, balança, mas não
cai
|
| |
|
1976
ENREDO: Arte negra na legendária Bahia
COMPOSITOR(ES): Caruso, Caramba e Dominguinhos do Estácio
Abram alas meus tumbeiros
Aos sete portais da Bahia
É a arte negra que desfila
Com seus encantos e magia
Da sua terra, trouxeram a saudade
A capoeira, o berimbau
Os enfeites coloridos
O pilão, colher de pau
Iorubá,
Bantos, Gegês
No terreiro dançavam (bis)
Samba e batuquegê
Falavam
a língua nagô
Rezavam forte com fé
Talhando arte deixaram
Imagens do candomblé
Pro
mau olhado, figa de guiné (bis)
Ricas
mucamas de branco
Com flores num só canto
Vão à igreja do Bonfim ofertar
Água no pote ao Pai Oxalá
Saravá,
Atotô Obaluaiê
Yemanjá, Ogum, Oxumarê (bis)
|
| |
|
1975
ENREDO: Festa do Círio de Nazaré
COMPOSITOR(ES): Aderbal Moreira, Dario Marciano e Nilo Esmera
Mendes
No mês de outubro
Em Belém do Pará
São dias de alegria e muita fé
Começa com intensa romaria matinal
O Círio de Nazaré (bis)
Que maravilha a procissão
E como é linda a Santa em sua berlinda
E o romeiro a implorar
Pedindo a Dona em oração
Para lhe ajudar
(Oh!
Virgem)
Oh! Virgem Santa
Olhai por nós (bis)
Olhai por nós
Oh! Virgem Santa
Pois precisamos de paz
Em
torno da Matriz
As barraquinhas com seus pregoeiros
Moças e senhoras do lugar
Três vestidos fazem pra se apresentar
Tem o circo dos horrores
Berro-Boi, Roda Gigante
As crianças se divertem
Em seu mundo fascinante
E o vendeiro de iguarias a pronunciar
Comidas típicas do Estado do Pará
Tem
pato no tucupi
Muçuã e tacacá (bis)
Maniçoba e tucumã
Açaí e aluá
|
| |
|
1974
ENREDO: Heroínas do romance brasileiro
COMPOSITOR(ES): Djalma das Mercês e Maneca
Na festa que Rei Momo anuncia
Com suprema alegria, Carnaval
São Carlos nas asas da poesia
Cantará com galhardia
Um enredo original
Com arte, grandes mestres escritores
Perpetuaram amores imortais
Fixando
na posteridade
Damas da sociedade nacional (bis)
Na
suntuosidade dos salões
Ou nos agrestes sertões e saraus
Um clima de romance se fazia
Quando uma delas surgia
Com seu porte escultural
E com seus requintes e maneiras
Projetando a mulher brasileira
No cenário mundial
Músicos, poetas e pintores
Inspirados em seus amores
As fizeram imortais
São conhecidas pelo mundo inteiro
As heroínas do romance brasileiro
Ô ô ô vamos cantar
Com as heroínas neste tema singular
Ô ô ô vamos sambar
Com as heroínas que viemos exaltar
|
| |
|
1973
ENREDO: Trá, la, la, la, um hino ao
carnaval brasileiro de Lamartine Babo
COMPOSITOR(ES): Oliviel e Darcy do Nascimento
Os clarins anunciando a festa
Em louvor de um gênio imortal
Desde os treze anos já mostrava
Que seria um mito nacional
Ele prosperou e se consagrou no carnaval
Cibele,
Viva o Amor e Lola
São obras desse mestre criador (bis)
Tempo bom que não volta mais
Só deixou lembranças desses carnavais
Quem
não se lembra da marcha Linda Morena
Ride Palhaço quando os cordões entravam
em cena
Luzes coloridas, chuvas de confete e serpentina
A nossa bela escola vai passar
Com arlequins, pierrôs, colombinas
Entrei
na ginga, moringa pinga prá cá
Quem não tem ginga, moringa pinga prá lá
(bis)
Entrei na hora e agora, vou me acabar
Lamartinando no hino Trá, Lá, Lá,
Lá
|
| |
|
1972
ENREDO: Rio Grande do Sul, na festa do preto
forro
COMPOSITOR(ES): Nilo Mandes e Dario Marciano
O negro na senzala cruciante
Olhando o céu pedia a todo instante
Em seu canto e lamentos de saudade
Apenas uma coisa, liberdade
Na região denominada Preto Forro
Lá na Serra do Mateus
Na Boca do Mato
Todo negro dono de sua liberdade
Na maior felicidade
Se dirigia para lá
Reunidos davam inicio à festança
Com pandeiros, tamborins, xexeréis e ganzás
Oeô,
oea
Saravá meu povo (bis)
E salve todos os Orixás
Sob
o clarão da lua
E o fogo do lampião
A capoeira era jogada
Sempre ao som de um refrão
"Você
me chamou de moleque
... Moleque é tu" (bis)
Rio
Grande do Sul
Seu folclore sua gente
Também participaram
Desta festa diferente
Oeô,
oea
Saravá meu povo (bis)
E salve todos os Orixás
|
| |
|
1971
ENREDO: Brasil Turístico
COMPOSITOR(ES): Darci do Nascimento, Olivieli Oliveira e Nilo
Mendes
Brilha sob este céu azul,
O que me faz sentir
Orgulho e sedução
Exaltando os bravos bandeirantes,
Seus lindos campos floridos,
Suas flores verdejantes
As cataratas do Iguaçu,
Gruta de Maquine,
Terra do Batuquegê de Aruanda,
E do famoso candomblé,
Do frevo e maracatu
Salve
Iracema
Oh! Lugar (bis)
Beleza suprema, poema
Boi bumba oi!
Turismo
tem
Em todos os recantos
Tem no norte, tem no leste
Tem no centro, oeste, sul
Quem parte leva saudade de alguém
Do clima tropical
Quem fica pela cidade
Desse país majestade
Vai ficar lembrando o carnaval
Vaquejada, o mestre Aleijadinho
São riquezas que enobrecem
Novos caminhos
Pelos lindos cantos e recantos
É que eu canto:
Venham ver o meu Brasil Tri-Campeão:
La la la ia la
La ia la ia la ia la ai...
|
| |
|
1970
ENREDO: Terra de Caruaru
COMPOSITOR(ES): Sidney da Conceição e Geninho
Em Pernambuco, na terra de Caruaru
Berço de tantas tradições
Do frevo e maracatu
Os violeiros, cancioneiros
Zabumbas, tantãs e pandeiros
Uma canção e sanfoneiros
Pregoeiros na feira
Viajantes caixeiros
Negros trabalhavam
Na colheita do algodão
Filhos de pioneiros estudavam
Para o progresso da nação
Na casa grande da fazenda
Igreja da Conceição
O requinte deste tema
O passado de glória
Na cidade moderna de Caruaru
Enriquecem nosso poema
A festa junina, o ciclo do natal
E o maracatu no carnaval
Oi,
maracatu, maracatu cantarei
Oi, maracatu, maracatu gingarei
Oi, maracatu, maracatu cantarei
Oi, maracatu, maracatu gingarei
(Em
Pernambuco)
|
| |
|
1969
ENREDO: Gabriela, cravo e canela
COMPOSITOR(ES): Sidney da Conceição, Velha e Geninho
Foi na Bahia
Na cidade de Ilhéus
Que surgiu um grupo de sertanejos
Fugindo da seca do sertão
Junto estava Gabriela
Maltrapilha com uma trouxa na mão
E a poeira escondendo
Todo o seu encanto e sedução
Nacib ao contratá-la não esperava
Que ela fosse tão bela
E a retirante sertaneja
Tivesse as mãos tão divinas e habilidosas
Nos saborosos quitutes da Bahia
Nacib exclamou com tanta beleza que via
Tão
bela, ô tão bela
O cheiro de cravo e a cor de canela (bis)
Ele
se apaixonou
E com ela se casou
Gabriela moça pobre do sertão
Gostava de cantiga de roda
E de dançar com os pés no chão
Festejava o ano novo
No salão mais rico de Ilhéus
Quando passou a "Pastorinha"
Festejando reisado a cantar
Gabriela abandonou luxo e riqueza
Saiu correndo, pegou o estandarte e foi pular
Toda aquela gente importante
Foi para a rua com ela festejar
Mais uma vez a mulata
Demonstrando seu valor
Uniu pobres e ricos
Com a força do amor
Toda a cidade de Ilhéus
Comentava o idílio de Gabriela
Mas Nacib compreendeu
Que ela era uma flor
Nasceu para enfeitar a vida
De prazeres e de amor
(Foi
na Bahia...)
|
|
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO
DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO
DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO
DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO
DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO
DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO
DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
ESTÁCIO DE SÁ
|