COMPOSITOR(ES): Eduardo Poeta, Mário Di Minas, Quinzinho e Sardinha
Vem dos tempos da monarquia
A anarquia neste meu país (dos abacaxis…)
Seu Cabral só não previa
Que tanta patifaria estivesse por um triz
Em meio a tanta riqueza
Caminha escrevia ao rei de além-mar
A terra é santa
O que se planta dá… pra explorar (bis)
Laiá Laiá…
Oi… “Esse coqueiro que dá coco”
Dizia na aquarela o Ary
Mas, coqueiro brasileiro (bis)
No sufoco, pode dar abacaxi
Nordeste do frevo, do maracatu
Escandalosa, a mandioca deu rebu
Vem de lá… Os minérios de Carajás
Onde está nosso tesouro
Onde é que foi parar
Arrancaram nosso couro
Multi-mistério de ouro
As oferendas à Bahia vou levar
Carmem Miranda, alô, alô, taí…
Roda baiana em verde-e-branco a sorrir (bis)
Os índios perdem suas terras
Cansados de guerra com o branco explorador
Lá em Minas Gerais
Pedras preciosas nunca mais (bis)
Vem a Cubango amargando o abacaxi
Dos filhos-da-fruta na Sapucaí



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