Carnavalesco: Jorge Caribé
Sinopse
Vamos cantar a história da personalidade humana, através das máscaras, desde a África antiga até o novo mundo.
- O homem da pré-história, com cabeças e peles de animais adquirindo força e poder;
- A morte e a vida na mesma direção;
- O culto do Egungun da África para o mundo; As bruxas e seus encantos, feiticeiras e curandeiras;
- Máscaras ritualísticas, dança e crença na ressureição;
- Egito dos faraós, múmias, Anúbis e sarcófagos mortuários; tudo sobre a proteção de Anúbis;
- Oriente, budas, gueixas, dragões, quimeras;
- As mil e uma noites de Ali Babá, Xeiques e Odaliscas;
- Grécia da Medusa, Minotauro;
- Veneza, o Zorro, Máscara Negra;
- Super-heróis infantis;
- Operações transexuais;
- Conduta, comportamento, liberdade de expressão;
- Carnaval, posso ser tudo o que quiser, desde que seja fantasiado e
tenha alegria;
- Com a máscara no rosto posso ser tudo o que quiser e puder.
Jorge Caribé
Samba-Enredo
Autores: Sylvio Paulo, Juan Espanhol, Fernando, Bola e Bira Só Pagode
E foi-se a luz: trevas, raios, bruxarias …
E foi-se a paz: pesadelos e agonia …
E desde então, os Orixás,
Ou aliados ou rivais,
Formam correntes de paixão
Nos Rituais…
Aí eu personalizei
O Bem, o Mal de cada Ser
Que eu ajudei a definir
Sem escolher…
Mascarei a Liberdade
E pintei poder e fé (bis)
Semeei desigualdade
Sob o olhar de Eleié
Assim, na Grécia filosofei…
Em Roma eu conquistei…
Lá no Egito fui Rei…
Vesti Ali Babá, fui ladrão…
Já fui Gueixa no Japão…
No Nordeste Lampião…
Mas, não me leve a mal,
Hoje sou Poeta, é Carnaval…
Sou a Alma, sou a cara
Sou o retrato (bis)
Que retrata o que na Alma
Eu sou de fato!



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