Carnavalesco: Comissão de Carnaval
SINOPSE
I- UTOPIA DA PÓS-MODERNIDADE
Nos idos dos anos 60, a sociedade ocidental inicia um movimento de respeito às liberdades individuais, cuja voz maior, Roland Barthes, preconizava a “Teia pós-modernista” que viria a ser o mundo do fim do milênio.
As tribos, tudo podem…
É o rompimento com as antigas verdades e o deslocamento do “eixo do poder”.
Parecia que o mundo havia focado no projeto da utopia, cujas formas arquitetônicas fantásticas de Antoni Gaudí, são as mais perfeitas traduções: mosaicos e arcos, um universo livre e colorido.
II- A GALERA DO ARCO-ÍRIS
Com a visibilidade da pós-modernidade aqueles que amam pessoas do mesmo sexo estavam incluídos no contexto de livre expressão, pois a frase da hora dizia:
Faça amor não faça a guerra!
Londres vira a Meca dos exilados sexuais: homossexuais, heterossexuais, pansexuais e multisexuais.
Não devem existir regras para o amor, ele deve seguir apenas o respeito e a liberdade.
Olha a faca…
O mundo é gay…
III- O TEU CABELO NÃO NEGA MULATA
Cartão vermelho para o racismo no futebol.
Cotas para negros na universidade… É a solução?
Crescimento profissional… A cor é obstáculo?
No peito e na raça as coisas acontecem:
HIP HOP
BASQUETE DE RUA
JONGO DA SERRINHA
FUNK N` LATA
AFRO REGGAE
Aonde você guarda o seu racismo?
IV- PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS
Eu quero pegar um transporte…
Eu quero estudar…
Eu quero trabalhar…
Eu quero praticar esportes…
Ei… Ei… Ei…
Muito prazer, eu existo…
V- BAILE DAS MINORIAS
A Constituição garante:
Ver os índios como cidadãos brasileiros, com direitos especiais.
Deixem a minha terra…
Por favor, não me queimem…
Todo dia é dia de índio .
As mulheres sofrem com as violências domésticas.
Trabalham pela metade do salário.
Os migrantes precisam de trabalho, moradia e escola.
Os gordinhos desprezados pela “ditadura da estética”.
Os preconceitos são muitos…
Mas a esperança nunca morre…
A São Clemente sem discriminação nenhuma…
Convida a todos para participarem do…
Carnaval, o baile que não barra ninguém!
Comissão de Carnaval
Samba-Enredo
Autores: Alemão do Táxi, Carlinho da Penha, Maninho, Gil Melodia e Jassa
Sou um vencedor
Pouco me importa se você não acredita
Em meu coração
Tem emoção
A igualdade é a palavra mais bonita
Derrubei verdades
Quero ter livre minha forma de expressão
Na arte, esporte e cultura
Abaixo a discriminação
Sou índio sou negro sou filho da terra
Meu canto de guerra é contra opressão (bis)
Não traio a verdade eu sou diferente
Tenho a São Clemente no meu coração
Sinto a luz que me conduz
Em busca da felicidade
No meu arco íris
Não tem preconceito
Respeito o direito à sua opção
Chega de maus tratos à mulher
Justiça e trabalho sem distinção
Assumo os deveres
E exijo os direitos
Quero ser tratado como cidadão
A são clemente não discrimina
Convida geral (bis)
Do hip hop ao axé
Com muito samba no pé
Vem para o baile do meu carnaval



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