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Mocidade, Salgueiro e Beija-Flor são os destaques da segunda noite de desfiles na Sapucaí

Publicado em Grupo Especial
Terça, 25 Fevereiro 2020 08:35

Por Luis Leite e Danndara Kyzy

Fotos: Luis Leite

A São Clemente abriu o segundo dia de desfiles do Grupo Especial, com toda sua irreverência e crítica com o enredo "O conto do Vigário", contando a história das malandragens e trambiques que ficaram famosos desde o período colonial.  

A escola trouxe as vigarices tecnológicas como os golpes pelas redes sociais e as fake news (notícias falsas em inglês). O ator e comediante Marcelo Adnet, um dos compositores do samba, desfilou no quinto carro representando o presidente do Brasil, Jair Messias Bolsonaro. Durante a performance, Adnet jogou laranjas artificiais para o público, fez flexões de braço e simulou uma arma com as mãos. Na alegoria onde ele estava havia cartazes com frases como "tá ok?", a culpa é do Leonardo di Caprio" e "acabou a mamata".

Sobre um elemento cenográfico, a comissão de frente narrou o duelo entre dois vigários que dispultavam a imagem de uma santa amarrada no burrico pelas ruas de Ouro Preto.

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O quarto carro vende-se um pedacinho do céu, representa o lobo em pele de cordeiro que oculta suas intenções financeiras por detrás da capa de homem santo no intuito de enganar o povo.

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A ala de baianas representou mães de santo modernas que prometem trazer o amor perdido de volta em três dias.

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Garrafadas milagrosas, a mágica de cura.

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Tem marajá puxando férias em Bangu

Referência às regalias no cárcere de políticos que vivem como estivessem de férias.

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Disciplinada, a bateria comandada por mestre Caliquinho desfilou vestida de laranjal, fazendo alusão às falcatruas cometidas pelos políticos brasileiros.  Com fantasias divertidas, um dos destaques foi a última ala "A grávida de Taubaté", que faz menção à mulher que mentiu sobre gestar quadrigêmeos em um programa de TV, com uma falsa barriga gigante.

No quesito evolução, a Amarelo e Preto de Botafogo passou bem, veio leve e solta brincando na avenida sem cometer nenhum percalço.

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A Unidos de Vila Isabel, a segunda a passar pela avenida, homenageou os 60 anos de Brasília, com uma lenda indígena no tema "Gigante pela própria natureza: Jaçanã e um índio chamado Brasil", no qual a capital federal nasceu para levar as esperanças aos povos das terras, onde vive o pequeno curumim. Com carros alegóricos imponentes e fantasias volumosas ricas em detalhes, a escola transmitiu um enredo claro de extremo bom gosto. O grande destaque foi a bateria, comandada pelo mestre Macaco Branco, que fez várias paradinhas ao longo da avenida.

A comissão de frente coreografaram os indíginas se transformando em tigres guerreiros.

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Ala das baianas, caldeirão de brasilidade

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Fantasiada de colombina, Aline Riscado marcou sua estreia como rainha de bateria, substituindo Sabrina Sato que deixou o posto depois de nove anos e desfilou à frente da escola como rainha da Azul e Branco, acompanhada pelo presidente de honra Martinho da Vila.

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Último carro, Brasília jóia rara prometida.

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Salgueiro transforma a Sapucaí em um tremendo picadeiro a céu aberto

O Acadêmicos do Salgueiro pedi passagem e arma o seu circo na avenida. Com o enredo “O Rei Negro do Picadeiro”, a Vermelho e Branco narrou a história de Benjamin de Oliveira, o primeiro palhaço negro do Brasil, morto em 1954. A comissão de frente encantou o público com técnicas de ilusionismo.

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A atriz Erika Januza veio fantasiada de arlequina.

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Apesar do samba não empolgar as arquibancadas, faltou alegria de alguns componentes. A escola pode perder alguns décimos em evolução, devido a alguns buracos formados entre as alas.  Além de muita criatividade, na plástica as fantasias e alegorias estavam impecáveis com cores vibrantes de fácil leitura.  O destaque porém ficou para o último carro que trouxe a escultura de Benjamim, onde a máscara branca deu lugar ao rosto negro.

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A soberana rainha de bateria Viviane Araújo, desfilou fantasiada de cigana esbanjando sua boa forma com muito samba no pé.

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Carro abre-alas retrata a construção do Cristo Redentor

De volta a Unidos da Tijuca, o carnavalesco Paulo Barros que prometia muitas surpresas, levou para a Sapucaí o enredo "Onde Moram os sonhos", que retrata a história da arquitetura e urbanismo do Rio, desde as primeiras construções no Egito até as megacidades atuais.  A agremiação também falou da poluição que destrói o meio ambiente, colocando em perigo o presente e o futuro da humanidade.

Celebrando o arquiteto Leonardo da Vinci: a comissão de frente veio com dançarinos de macacão, com luzes de led que deveriam acender de forma sincronizada, o que não aconteceu. O fato ocorreu em frente ao módulo de julgadores. Quanto à parte estética, a escola ficou devendo, com alguns pontos negativos em fantasias e alegorias, que se mostraram mais simples do que o esperado.

A ala das baianas representou a Catedral de Brasília, primeiro monumento projetada por Oscar Niemeyer.

Destaque para a ala de passistas que representou o cotidiano de quem procura sobreviver numa cidade desigual.

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Estreando com rainha de bateria na escola, a cantora Lexa desequilibrou e caiu no meio da avenida. No entanto, a funkeira não perdeu a majestade, rapidamente se levantou e continuou a sambar. A pista estava molhada devido a chuva que caiu mais cedo.

Elza Deusa Soares, essa nega tem poder

A penúltima escola a se apresentar na Marquês de Sapucaí, a Mocidade Independente de Padre Miguel fez um tributo a cantora Elza Soares, contando sua história de vida e artística desde o momento em que explodiu para fama: no show de calouros do apresentador e compositor Ary Barroso.

A comissão de frente mostrou a infância pobre de Elza, nos tempos em que ela carregava latas de àgua na cabeça.

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Minha fé! Sincretismo religioso da cantora.

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Ala das baianas, Elza canta Mãe Menininha do Gantois.

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Quarto carro: o circo da vida mas é dura na queda, trouxe uma pantera negra, símbolo da resistência contra a opressão.

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A Verde e Branco de Vila Vintém fez um desfile empolgante, tendo como ponto alto o canto forte da comunidade.  Apesar do bom samba e a beleza no desenvolvimento do enredo, a escola apresentou algumas irregularidades em alegorias e adereços, onde era perceptível falhas de acabamento em alguns carros. Elza desfilou no último carro, intensamente ovacionada pela plateia.

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Fechando o desfile de segunda-feira do Grupo Especial, a Beija-Flor de Nilópolis veio para tentar se reerguer depois de um amargo 11° lugar no ano passado. Com o enredo "Se Essa Rua Fosse Minha", a escola narrou a história da evolução do homem no que se refere às suas histórias mais antigas de criar e seguir caminhos e ruas.  

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Segura o povo, que o povo é o dono da rua

A comissão de frente no estilo Mad Max, interpretou o encontro de grupos de gangues rivais em um ferro velho disputando o domínio sobre as ruas. 

O casal de mestre-sala e porta-bandeira, formando por Selminha Sorriso e Claudinho, que comemora este ano bodas de prata, caracterizados de Sol demonstrou muita elegância no sincronismo.

Representando Xica da Silva, a cantora de funk Jojo Todynho desfilou com os seios de fora na Sapucaí.

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A fé me guia!

O quarto carro trouxe um altar em consagração à Virgem Maria do estilo barroco com 20 metros de altura.

Com um desfile grandioso e impactante, a escola levantou as arquibancadas desde o primeiro momento, porém acabou tendo problemas com a colocação dos destaques no último carro alegórico o que fez com que acelerasse o andamento, comprometendo a evolução e por poucos segundos não ultrapassou o tempo de desfile.

 

Viradouro,Mangueira e Grande Rio foram destaques no primeiro dia de desfiles do Grupo Especial

Publicado em Grupo Especial
Segunda, 24 Fevereiro 2020 08:27

Por Luis Leite e Danndara Kyzy

Fotos: Luis Leite

A primeira noite de desfiles da elite do carnaval carioca de 2020 trouxe para avenida sete escolas, entre elas a campeã e a vice-campeã do ano passado: Mangueira e Viradouro. Os desfiles apresentaram temas sobre religiosidade, tolerância, meio ambiente e críticas aos políticos brasileiros.

A Estácio de Sá, de volta ao Grupo Especial, abriu a noite de gala com o enredo "Pedra", que está presente em vários recortes da história do nosso país, mostrando-a como guardiã dos animais pré-históricos, fonte de riqueza, morada dos espíritos indígenas e também da exploração desenfreada em busca de poder e riqueza. Com um desfile morno, a escola não empolgou o público, porém faltou garra e evolução de seus componentes.

A carnavalesca Rosa Magalhães comemorou os seus 50 anos de carreira desfilando no quinto carro, que representava o garimpo de Serra Pelada. 

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Homens das cavernas alcançando o espaço

A comissão de frente mostrou a evolução dos homens primatas até a chegada à Lua, inspirado no filme de Stanley Kubrick "2001 - Uma Odisseia no Espaço", lançado em 1968. 

O casal de mestre-sala e porta-bandeira, Zé Roberto e Alcione, se apresentaram vestidos com a cor da escola, significando a pedra Rubi no processo de lapidação.

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Jaqueline Maia fez sua estreia como rainha de bateria na Estácio, personificando a Deusa da mata.

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A terra vista da lua

Destaque para a última alegoria da escola, além da imagem de São Jorge trouxe também astronautas suspensos simulando a gravidade zero, com uma crítica ao meio ambiente.

 

A comissão de frente da Estácio representou os homens das cavernas, inspirado no filme "2001: Uma Odisseia no Espaço" (1968), de Stanley Kubrick. O abre-alas reproduziu uma pedra que se abre e se transforma em Lua, com uma astronauta fincando a bandeira da escola de samba.... - Veja mais em https://www.uol.com.br/carnaval/2020/noticias/redacao/2020/02/23/pioneira-estacio-de-sa-retorna-a-elite-do-rio-com-enredo-sobre-a-pedra.htm?cmpid=copiaecola
A comissão de frente da Estácio representou os homens das cavernas, inspirado no filme "2001: Uma Odisseia no Espaço" (1968), de Stanley Kubrick. O abre-alas reproduziu uma pedra que se abre e se transforma em Lua, com uma astronauta fincando a bandeira da escola de samba.... - Veja mais em https://www.uol.com.br/carnaval/2020/noticias/redacao/2020/02/23/pioneira-estacio-de-sa-retorna-a-elite-do-rio-com-enredo-sobre-a-pedra.htm?cmpid=copiaecola
A comissão de frente da Estácio representou os homens das cavernas, inspirado no filme "2001: Uma Odisseia no Espaço" (1968), de Stanley Kubrick. O abre-alas reproduziu uma pedra que se abre e se transforma em Lua, com uma astronauta fincando a bandeira da escola de samba.... - Veja mais em https://www.uol.com.br/carnaval/2020/noticias/redacao/2020/02/23/pioneira-estacio-de-sa-retorna-a-elite-do-rio-com-enredo-sobre-a-pedra.htm?cmpid=copiaecola
A comissão de frente da Estácio representou os homens das cavernas, inspirado no filme "2001: Uma Odisseia no Espaço" (1968), de Stanley Kubrick. O abre-alas reproduziu uma pedra que se abre e se transforma em Lua, com uma astronauta fincando a bandeira da escola de samba.... - Veja mais em https://www.uol.com.br/carnaval/2020/noticias/redacao/2020/02/23/pioneira-estacio-de-sa-retorna-a-elite-do-rio-com-enredo-sobre-a-pedra.htm?cmpid=copiaecola
A comissão de frente da Estácio representou os homens das cavernas, inspirado no filme "2001: Uma Odisseia no Espaço" (1968), de Stanley Kubrick. O abre-alas reproduziu uma pedra que se abre e se transforma em Lua, com uma astronauta fincando a bandeira da escola de samba.... - Veja mais em https://www.uol.com.br/carnaval/2020/noticias/redacao/2020/02/23/pioneira-estacio-de-sa-retorna-a-elite-do-rio-com-enredo-sobre-a-pedra.htm?cmpid=copiaecola

Candidata ao título, Viradouro ensaboa a Sapucaí

A Unidos do Viradouro veio logo a seguir com o enredo "Viradouro de Alma Lavada", assinado pelos carnavalescos Marcus Ferreira e Tarcísio Zanon. A agremiação contou a história das Ganhadeiras de Itapuã, escravas que trabalhavam duro para conseguir comprar a alforria.  Com carros alegóricos grandiosos e fantasias luxuosas, na plástica a Vermelho e Branco de Niterói apresentou um trabalho impecável, coerente e de fácil leitura. No quesito harmonia, a comunidade cantou o samba do início ao fim e fez a Sapucaí ecoar o refrão 'Ó mãe! Ensaboa, mãe! Ensaboa pra depois quarar'.

49577341036 5e46bdf2e2 k 3158398Carro abre-alas, "Prelúdio das Águas"

Um dos destaques emocionantes foi a comissão de frente, que representou as zungueiras lavadeiras que durante a coreografia, as bailarinas no requebrado do corpo saudavam Oxum, cujo em cima de um tripé revelava uma sereia nadando dentro de um aquário. A performance encantou e tirou aplausos do público.

A bateria de mestre Ciça foi um show à parte. Dentre muitas paradinhas realizadas ao longo do desfile, duas ritmistas saiam de dentro de uma escultura em forma de um tambor tocando timbal.

A ala das baianas, representaram quituteiras de saias bordadas com abarás, acarajés e tapiocas.

O último carro, denominado “As Ganhadeiras de Itapuã - O axé que veio da Bahia”, apresentou problemas na iluminação, o que pode acarretar perda de pontos na escola.

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Em nome do pai

Logo após foi a vez da atual campeã, Estação Primeira de Mangueira, com o enredo "A Verdade Vos Fará Livre" questionando sobre como seria o retorno Jesus Cristo nos dias atuais, no mundo de tanta intolerância. 

Com um desfile emocionante a Verde e Rosa conseguiu passar para o público sua mensagem com muita clareza no enredo.  O abre-alas exibiu o retrato da sagrada família com Alcione representando Maria, a mãe do filho de Deus e Nelson Sargento, do outro lado representando José, pai de Jesus.

A comissão de frente apresentou Jesus de tênis, vestindo jeans e carregando um celular. Na encenação da Santa Ceia, Cristo e os apóstolos são vítimas de opressão policial.

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A rainha de bateria Evelyn Bastos representou Cristo em corpo de mulher, ela cruzou a avenida vestida de roxo, com um coroa de espinhos na cabeça e sem sambar.

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Uma das principais alegoria foi o carro do Calvário que trouxe a imagem de um jovem negro de cabelo pintado de loiro crucificado e com marcas de tiros, causando um grande impacto na Sapucaí.

 

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A quarta desfilar, a Paraíso do Tuiuti, levou para a avenida o enredo "O Santo Rei", que entrecruza as vidas e as trajetórias de Dom Sebastião de Portugal e o Santo Padroeiro, além de abordar a diversidade e religiosidade retratado como Oxóssi na cultura do candomblé e da umbanda brasileira.

A comissão de frente trouxe dançarinos que além de interpretar o encontro dos Sebastiões, manipulavam bonecas ventríloquo, representando as senhoras da comunidade do Tuiuti.

Mesmo com um bom conjunto de alegorias e fantasias, a azul e amarelo não empolgou a avenida, faltou animação e a comunicação dos componentes com o público.

Por conta do atraso, para colocar os destaques sobre um carro na área de concentração, a escola precisou correr para não estourar o tempo previsto.

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A noite marcou a estreia de Lívia Andrade como rainha de bateria da agremiação, representando a guardiã Ninfa das águas místicas. 

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O último carro levou a imagem de São Sebastião lembrando a violência como uma das flechadas que atinge os cariocas em seu cotidiano.

 

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Respeita o meu axé! O enredo é um alerta contra a intolerância religiosa

Quinta escola a cruzar a Marquês de Sapucaí, a Acadêmicos do Grande Rio, com o enredo "Tata Londirá - O Canto do Caboclo no Quilombo de Caxias”, contou a história de um dos mais famosos babalorixás do Brasil: Joãozinho da Gomeia. Líder religioso negro e homossexual, Joãozinho superou as barreiras do preconceito e em seu terreiro em Duque de Caxias atendeu milhares de pessoas, incluindo grandes nomes da política e também do mundo artístico.

A comissão de frente reuniu bailarinos representando os orixás Iansã e Oxóssi, que regiam o homenageado. Na coreografia se transformavam em índios caboclos. No fim eles subiam em cima de um tripé e dentro de um espelho d'água encenava a infância do pai de santo.

3269284 paolla oliveira ficou com os olhos marej 950x0 2De volta ao posto de rainha de bateria que havia ocupado em 2009 e 2010, Paolla Oliveira brilhou vestida de Cleópatra.

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Com um dos sambas mais apreciados do Carnaval 2020, a Tricolor da Baixada Fluminense fez o seu melhor desfile dos últimos anos.  Integrantes cruzaram a Sapucaí cantando em plenos pulmões e interagindo com o público.  Apesar da exuberância de algumas alegorias, a escola enfrentou dificuldade com o carro abre-alas que entrou desacoplado na avenida.  A demora fez com que um enorme buraco se abrisse no início do desfile. Porém a agremiação pode perder pontos em evolução.

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Mostrando a vida como ela é

Penúltima a desfilar na madrugada desta segunda-feira (24), a União da Ilha foi marcada por vários problemas durante a sua apresentação, que resultou um enorme buraco no meio do desfile. O terceiro carro alegórico "Operários em Construção", quebrou e teve que ser empurrado por integrantes da escola comprometendo a evolução. Com estética realista, o enredo “Nas encruzilhadas da vida, entre becos, ruas e vielas, a sorte está lançada: salve-se quem puder!” abordou os principais problemas que afetam a sociedade, notadamente nas camadas mais pobres da população, instaladas em comunidades.

A comissão de frente retratou a importância da educação no nosso país, em homenagem a Carolina Maria de Jesus, mulher negra e favelada que se tornou uma grande escritora.

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Helicópteros pilotados por componentes fantasiados de policiais reproduziram a cena comum em operações. Em vez de disparar tiros jogavam camisetas com a palavra "paz"

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Além de quatro aeronaves sobrevoando uma imensa favela no carro abre-alas, a escola chamou atenção com outra alegoria que causou impacto na avenida: um ônibus, onde era simulado um assalto.  O bandido fazia uma mulher de refém e apontava uma arma para a cabeça dela.  Em determinado momento a vítima escrevia com batom a palavra "Socorro", no vidro do veículo. A cena fez alusão ao sequestro do ônibus 174, em 2000.

Reflexos da vida privada

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O quarto carro trouxe réplicas gigantes de fuzis e pistolas, com políticos sentandos em privadas douradas. Mostrou também a situação em que o país se encontra depois de tantas promessas não cumpridas, escândalos e golpes.

A Tricolor Insulana ultrapassou o tempo máximo em 1 minuto, resultando na perda de 1 décimo como punição.

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Portela foi a sétima e última escola a entrar na avenida com o raiar do dia, a maior campeã do carnaval carioca trouxe o enredo “Guajupiá, Terra Sem Males”, assinado pelo casal de carnavalescos Renato Laje e Márcia Lage que marcaram sua estreia na Azul e Branco de Madureira.

A Majestade do Samba apresentou a história do Rio de Janeiro pela visão indígena e trouxe alegorias extremamente luxuosas com riqueza de cores incríveis que também proporcionam efeitos de luz belíssimos.

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A comissão de frente mostrou um ritual antropofágico, encenando um banquete em que os índios tupinambás devoravam um membro de uma tribo rival. 

O casal de o mestre-sala e a porta-bandeira, Marlon Lamar e Lucinha Nobre, vieram fantasiados de “Irim-Magé. Lucinha veio com uma barriga artificial em que simulava uma gravidez, na performance  ela dava a luz a um bebê.  Durante a apresentação da dupla, em frente à cabine de jurados, Lucinha tropeçou e a bandeira enrolou no mastro.

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A rainha de bateria Bianca Monteiro representou a cabocla Jurema

DSC 0346 Com o tema ligado ao meio ambiente, a escola aproveitou a oportunidade para fazer críticas políticas e sociais, de maneira sutil.

Em um trecho de samba há uma referência clara aos ataques sofridos pelos povos indígenas, principalmente vindos por parte do governo presidente Jair Bolsonaro.

“… Índio pede paz, mas é de guerra Nossa aldeia é sem partido ou facção Não tem “bispo”, nem se curva a “capitão"…”

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Imperatriz, Santa Cruz e Unidos de Padre Miguel se destacam no segundo dia de desfiles das escolas da Série A

Publicado em Série A
Domingo, 23 Fevereiro 2020 08:49

Por Luis Leite e Danndara Kyzy

A segunda noite de desfiles da Série A, na Sapucaí, apresentou um nível mais elevado do que a primeira. Não somente pela chuva que castigou as escolas da primeira noite, mas também pela evidente discrepância entre a organização e nível técnico das escolas na noite de sábado.

A Acadêmicos do Sossego abriu os desfiles com o enredo "Os Tambores de Olukum", que celebrou as raízes sagradas, históricas e personagens do cortejo do Maracatu. Apesar de um desfile morno a escola de Niterói enfrentou problemas de acabamento em suas alegorias. Destaque para o casal de mestre-sala e porta bandeira, Marcinho Siqueira e Cristiane Caldas, que fez uma apresentação arrebatadora.

Na sequência, a Inocentes de Belford Roxo homenageou a jogadora da Seleção Brasileira feminina de futebol Marta da Silva com o enredo "Marta do Brasil - Chorar no começo para sorrir no fim". O tema contou a história de luta e superação e as conquistas através do futebol pelo mundo. Ovacionada pelo público, a atleta desfilou no último carro alegórico.

A Unidos de Bangu, a terceira escola a entrar na Sapucaí com o enredo “Memorias de um Griô”, contou a origem do continente africano e um dos cenários mais triste da nossa história: a escravidão. A Vermelho e Branco da Zona Oeste enfrentou problemas durante o seu desfile em quase todos os quesitos, principalmente em alegorias com falta de acabamento e iluminação.

Logo a seguir, a Acadêmicos de Santa Cruz, que trouxe o enredo “Santa Cruz de Barbalha – Um conto popular no Cariri Cearense”, iniciou seu desfile debaixo de uma chuva fina sobre a avenida. A escola fez um belo desfile com destaques para a evolução e harmonia, porém houve problemas com a entrada do terceiro carro que acabou atingindo o Setor 1. Não houve feridos no acidente. A agremiação também trouxe alas que representaram muito bem a cultura e espiritualidade presente no Cariri, com as festas e santos juninos da região.

Já a Imperatriz Leopoldinense veio na sequência com a reedição do Carnaval de 1981 cujo enredo era "Só da Lalá", em homenagem a Lamartine Babo, autor de diversas marchinhas e de alguns dos hinos dos clubes do estado do Rio de Janeiro.  A Verde Branco de Ramos levantou o público das arquibancadas com desfile impactante sendo uma das grandes favoritas ao título.

Sexta escola a pisar na avenida, a Unidos de Padre Miguel, disposta a brigar pelo acesso à elite, realizou um desfile de alto nível. A agremiação da Vila Vintém trouxe o enredo “Ginga”, contando a história da capoeira com alegorias e fantasias luxuosas e alas coreografadas que encantaram a Marques de Sapucaí.

Fechando os desfiles da série A, Império da Tijuca, trouxe um desfile com poucos erros, porém com uma grande discrepância entre as alegorias e as fantasias que não conseguiram passar bem a mensagem do enredo.

Temporal, emoção, superação e falta de respeito à Ala de Baianas do Império marcam primeiro dia de desfiles da Série A

Publicado em Grupo Especial
Sábado, 22 Fevereiro 2020 08:14

Por Luis Leite e Danndara Kyzy

Fotos: Luis Leite

A primeira escola da noite a abrir os desfiles do Carnaval 2020 da Série A, nesta sexta-feira (21), foi a Acadêmicos de Vigário Geral. A escola, depois de 20 anos, retornou à Marquês de Sapucaí com o enredo “O Conto do Vigário”, que retrata o cenário político de enganação no Brasil, além de acontecimentos históricos, como a farra dos guardanapos, voto de cabresto, a política café com leite, entre outros assuntos.

Mais de mil palhaços no salão

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A agremiação trouxe em sua última alegoria um palhaço de terno com uma faixa presidencial, fazendo referência ao famoso gesto do presidente Jair Messias Bolsonaro: com se estivesse com uma arma na mão.  Logo atrás veio a ala do Bloco de sujo, representando contra o descaso do poder público.

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Segunda escola a pisar no Passarela do Samba foi a Acadêmicos da Rocinha. Com fantasias leves e de fácil leitura, a agremiação trouxe o enredo "A Guerreira negra que dominou os dois mundos", que contou a história de Maria da Conceição, uma escrava do Congo, trazida para o Brasil, onde se consagrou como a guerreira Maria Conga. A escola apresentou problemas com a última alegoria, deixando um enorme buraco na pista, comprometendo assim a evolução.

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Logo a seguir, a Unidos da Ponte, que trouxe para avenida o enredo "Elos da Eternidade", com um tema complexo, propôs uma reflexão sobre a relação da humanidade e a preservação do samba. Algumas alegorias estavam prejudicadas, inclusive o carro abre-alas, que estava com algumas partes mal acabadas. A cabeça da escultura, que representava o Zeus, estava bastante danificada e quase caindo.

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A escola teve problemas com a falta de fantasias, inclusive deixando para trás componentes, na área de concentração, sem condições de desfilarem.

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A quarta escola, a Unidos de Porto da Pedra, homenageou as tradicionais ala das baianas. Assim como seu enredo "O que a Bahia tem? Do Bonfim à Sapucaí", a agremiação, que contou com subsídio financeiro da prefeitura de São Gonçalo, passou como uma das melhores da noite, com alegorias e fantasias muito bem construídas e luxuosas. Apesar de problemas na manobra dos dois primeiros carros para entrar no Sambódromo, a harmonia e a evolução da escola não foram tão prejudicados.

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Na sequência, a Acadêmicos do Cubango, vice-campeã do Carnaval 2019, da Série A, contou a história do patrono da Abolição da Escravatura, Luiz Gama Filho.  A comissão de frente representou os escravos nos tribunais na luta pela liberdade. A coreografia chamou a atenção pela excelente performance.

Logo no início do desfile, as duas partes do chassis do abre-alas desacoplaram e passaram separadas em frente à primeira cabine de jurados, gerando um enorme buraco ao logo do desfile.

Apesar desses problemas, a Verde e Branco de Niterói, que trouxe o enredo “A voz da liberdade”, fez um bom desfile.

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Penúltima escola do dia, a Renascer de Jacarepaguá apostou na sabedoria e na fé das benzedeiras com o enredo “Eu te benzo, Deus te cura”. Apesar de menos luxuosa desfilou com um dos melhores sambas da Série A.

A Vermelho, Branco e Amarelo de Jacarepaguá fez um desfile compacto de forma equilibrada.  A obra composta por Cláudio Russo, Diego Nicolau e Moacyr Luz embalou os componentes da agremiação.

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Sem saias Império Serrano não rodou a baiana

Encerrando os desfiles do primeiro dia da Série A, a tradicionalíssima Império Serrano talvez tenha feito o pior desfile de sua história. A escola do Morro da Serrinha vive uma crise política-financeira. Quase todos os segmentos tiveram problemas. A Ala das Baianas desfilou sem as saias rodadas, apenas com a parte superior. Os ritmistas e figurinos com fantasias incompletas, faltando chapéus e sapatos. As alegorias estavam comprometidas com falhas de acabamento e com o sistema de iluminação apagado, sem contar os problemas em harmonia e evolução.

Inexplicavelmente, com todos os problemas visíveis, o Império, com 6 minutos no cronômetro, não havia cruzado a linha inicial do desfile, o carro abre-alas apresentou problemas técnicos.

Não precisava ser especialista para perceber que haveria uma correria no final. Não houve jeito: desespero, choro e falta de respeito com a Ala de Baianas marcaram o desfile da Império Serrano, que provavelmente será uma das escolas rebaixadas para a Série B.

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Lavagem do Sambódromo: teste de luz e som com atual campeã Mangueira

Publicado em Grupo Especial
Segunda, 17 Fevereiro 2020 03:48

Por Luis Leite

Fotos: Daniel Pinheiro e Danndara

Sob forte temporal, baianas de várias escolas de samba e mães de santo fizeram, neste domingo(16), a tradicional lavagem do Sambódromo, com muita água de cheiro, ervas, vassouras e defumadores abrindo segundo a crendice, os caminhos e abençoando a avenida para garantir boas vibrações e energias no Carnaval 2020. 

Debaixo d'água, o cortejo começou por volta das 20h, tendo à frente a imagem de São Sebastião, Padroeiro do Rio de Janeiro, conduzida em um carro cruzando a Marquês Sapucaí. A celebração contou com a presença de representantes de diversas religiões, casais de mestre-sala e porta-bandeira mirins e adultos, galerias das velhas guardas, ritmistas e integrantes de várias agremiações, além dos Blocos Filhos de Gandhi e Cacique de Ramos.  Sambas antigos e atuais foram cantados pelos intérpretes oficiais do Grupo Especial. Durante o evento, o cantor e compositor Neguinho da Beija-Flor recebeu uma homenagem da LIESA pelos seus 45 anos de carreira.

Mangueira pega a visão!

Após a cerimônia de lavagem da pista foi vez da Estação Primeira de Mangueira, campeã do carnaval 2019, fazer o teste de luz e som da passarela. Em busca do bicampeonato, a Verde e Rosa mostrou que está pronta para fazer um grande carnaval com o enredo “A verdade vos fará livre”, do carnavalesco Leandro Vieira. O tema aborda a uma crítica da biografia de Jesus Cristo, além de questionar o que Ele faria caso retornasse à terra no atual cenário de intolerância, preconceito, violência e perseguição no mundo. Sendo a única agremiação a ensaiar na Sapucaí, a escola teve uma boa interação com público,que mesmo depois da chuva permaneceu nas arquibancadas. O desfile foi marcado por muitas manifestações contra a atual gestão da prefeitura. Este ano por falta de patrocínio não houve ensaio técnico.

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A comissão de frente coordenada pelo casal de coreógrafos Priscilla Motta e Rodrigo não revelou a coreografia do desfile oficial, porém o grupo apresentou uma dança feita especialmente para lavagem.

E no olhar da porta-bandeira pro seu pavilhão

IMG 20200217 WA0072Devido a pista molhada o casal de mestre-sala e porta-bandeira, formado por Squel Jorgea e Matheus Olivério, teve um ótimo desempenho. Com muita elegância e sincronismo no bailado, os dois conseguiram desenvolver muito bem os movimentos.

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A soberana da Bateria Surdo Um, Evelyn Bastos, com todo seu requebrado, esbanjando beleza e muito samba no pé, veio representando Maria das Dores Brasil, em homenagem a todas as mães que tiveram seus filhos mortos por bala perdida nas favelas do Rio.   

 

 

Savia David cai no samba ao lado de Jojo Todynho, em ensaio da Beija-Flor

Publicado em Grupo Especial
Sexta, 07 Fevereiro 2020 11:03
Por Luis Leite
 
Fotos: Daniel Pinheiro
 
Já em clima de carnaval, a azul e branco de Nilópolis reuniu seus componentes para mais uma noite de ensaio em sua quadra, na Baixada Fluminense, nesta quinta-feira, 06. O evento contou com a presença de alguns famosos como a funkeira Jojo Todynho, que irá desfilar como destaque da agremiação. Além de reunir um time de beldades como a musa Savia David, que se inspirou nas cores do arco-íris para montar seu look, decotado e com muito brilho.
beija flor
 
O figurino, chamado "A Rua Lúdica que leva o arco-íris", foi feito pelo estilista Anderson Oliveira, baseado na sinopse do enredo da escola que trará para a avenida o tema "Se essa rua fosse minha". E não passou despercebido por Jojo Todynho, que fez questão de posar ao lado da musa.
 
"Eu gosto sempre de criar os meus looks pegando como base alguns aspectos do enredo. E tem uma parte da nossa sinopse, que eu gosto muito que pergunta 'por que não deixar se levar nessa viagem que a mente pode criar', então eu só embarquei.", explica a musa.
 
 
Savia sairá do ensaio direto para o aeroporto, onde embarcará com destino a São Paulo para marcar presença no ensaio da escola paulista Unidos de Vila Maria, em que é Rainha de Bateria.

Estácio de Sá realiza mais um ensaio show nesta sexta

Publicado em Grupo Especial
Quinta, 30 Janeiro 2020 11:46

Por Luis Leite

Nesta sexta-feira (31), o Berço do Samba realiza mais um ensaio-show a partir das 22h30, com a apresentação de todos os seguimentos: casais de mestre-sala e porta-bandeira, rainha de bateria, baianas, velha guarda, passistas, musas, entre outros.  Na ocasião também serão anunciadas novas musas que desfilarão na escola este ano.

Próxima Feijoada do Leão será no dia 08 de fevereiro com apresentações de novos sambistas e ritmistas do curso de percussão do mestre Chuvisco e muitas outras atrações.

A Vermelha e Branca do morro de São Carlos será a primeira escola a desfilar no domingo de carnaval, dia 23 de fevereiro, pelo Grupo Especial com o enredo "Pedra", desenvolvido pela carnavalesca Rosa Magalhães.

Para mais informações sobre a agenda de eventos e tudo o que acontece no Berço do Samba, basta acessar o site oficial da escola (http://www.gresestaciodesa.com.br) ou acompanhar tudo pelas redes sociais da agremiação (@gresestacio). O endereço da quadra é Av. Salvador de Sá, 206 – Cidade Nova.   A entrada custa R$30.  Informações: (21) 2504-2883 ou (21) 99159-0402

Estácio de Sá fará seu ensaio de rua sob as bençãos de São Sebastião nesta segunda-feira

Publicado em Grupo Especial
Sexta, 17 Janeiro 2020 21:09

Por Luis Leite

Nesta segunda-feira, dia 20 de Janeiro, feriado de São Sebastião, Padroeiro da Cidade do Rio de Janeiro, a Estácio de Sá realizará seu tradicional ensaio técnico de rua na Avenida Salvador de Sá, a partir das 20h30.

O treino terá a presença de todos os seguimentos  e a comunidade mostrará a força do seu canto e evolução pelas ruas do bairro.  A concentração será na Praça Coronel Castelo Branco em frente ao Sambódromo e termina na quadra da agremiação.

A Vermelha e Branca do morro de São Carlos será a primeira escola a desfilar no domingo de carnaval, dia 23 de fevereiro, pelo Grupo Especial com o enredo "Pedra", desenvolvido pela carnavalesca Rosa Magalhães.

 

 

 

Estácio de Sá retorna nesta sexta-feira seus ensaios comerciais

Publicado em Grupo Especial
Quarta, 15 Janeiro 2020 17:43

Por Luis Leite

A Estácio de Sá realiza nesta sexta-feira, dia 17 de janeiro, a partir das 22h, o seu primeiro ensaio show de 2020.

O evento conta com a participação de todos os seguimentos: passistas, velha guarda, ala de baianas e os casais de mestre-sala e porta-bandeira. Tudo isso na voz do intérprete oficial Serginho do Porto e seus cantores de apoio, acompanhado da bateria Medalha de Ouro, sob o comando do mestre Chuvisco.

A Vermelha e Branca do morro de São Carlos será a primeira escola a desfilar no domingo de carnaval, dia 23 de fevereiro, pelo Grupo Especial com o enredo "Pedra", desenvolvido pela carnavalesca Rosa Magalhães.

Para mais informações sobre a agenda de eventos e tudo o que acontece no Berço do Samba, basta acessar o site oficial da escola (www.gresestaciodesa.com.br) ou acompanhar tudo pelas redes sociais da agremiação (@gresestacio). O endereço da quadra é Av. Salvador de Sá, 206 – Cidade Nova. O ingresso custa R$ 30.

 

 

Promoter da Mocidade é morto após reagir a assalto na Zona Oeste do Rio

Publicado em Grupo Especial
Domingo, 12 Janeiro 2020 23:30

Por Luis Leite

O promoter de eventos Carlos Henrique Silva (Buda), da escola de samba Mocidade Independente de Padre Miguel, foi morto a tiros na noite deste domingo(12), após reagir a um assalto na Rua Caridade em Padre Miguel, Zona Oeste do Rio.

O crime aconteceu pouco antes do treino da Verde e Branca na Praça Guilherme da Silveira. Por conta disso, a agremiação cancelou seu ensaio de rua.

A Polícia Militar foi acionada e encontrou a vítima já em óbito no local.  A área foi isolada para realização de perícia.

Nota de pesar da Mocidade

“A Mocidade Independente de Padre Miguel lamenta profundamente o episódio que culminou no falecimento do promoter Carlos Henrique, responsável por promover diversos eventos na quadra da agremiação. Mais uma vítima da violência que atinge a todos os cariocas, baleado ao reagir a um assalto. Externamos nossa gratidão, e dedicamos condolências aos familiares e amigos.”

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