Carnaval 2003


Desfile das Escolas de Samba do Grupo Especial – Domingo

OBatuque.com | Carnaval 2003 | 3 de fevereiro de 2003 2:39

06h58min – Uma grande ala de passo marcado apresenta alunas de uma academia desfilando a passos de balé e é muito apaludida. Um carro traz uma grande escultura de Carlos Gomes, que tem um busto na Cinelândia e a ala da Velha Guarda vem fantasiada de “Noite de Gala”. A última alegoria se chama “Eterna Babel”, celebra a politização da Cinelândia. O carro traz a escultura de um homem de garrafa na mão sentado em um banco da praça e, em cima, Paulinho da Viola e componentes da Velha Guarda da escola. À frente, bonecos homenageam personagens políticos que fazem parte de sua história, como Tancredo Neves e Ulysses Guimarães, além de uma ala representando o povo que freqüenta o dia-a-dia da Cinelândia. Sob um céu que amanheceu nublado, as últimas arquibancadas do Sambódromo ainda estavam cheias, esperando a Portela passar e encerrar o primeiro dia de desfiles do Grupo Especial do Rio de Janeiro.

06h34min – A Portela não desfila com luxo, mas bem fantasiada e com todas as alas cantando e evoluindo levemente. Um problema na engrenagem do quarto carro, “Tribuna Livre”, o fez parar por alguns instantes na Avenida, à altura do setor 7, abrindo um pequeno buraco. Algumas alas foram obrigadas a passar ao lado até que o carro voltasse a se deslocar normalmente. À frente da bateria, a ala “Escolas de Samba”, representando as escolas que desfilavam na avenida Rio Branco. Mestre Catanha comanda a bateria de Madureira, que tem como rainha a passista da comunidade Ediléa, e Adriane Galisteu como madrinha. Os ritmistas estão fansiados em homenagem ao Bola Preta e manobra com tranqüilidade em direção ao curral.

06h19min – O segundo carro da escola, “Cinelândia, Terra de Cinema”, tem como destaque esculturas de Oscarito, Grande Otelo e Charles Chaplin personificando de Carlitos, além de artistas fantasiados personagens clássicos do cinema, como Peter Pan, Mulher Maravilha, Alice, Batman & Robin e outros. As baianas vêm de branco com detalhes negros, represntando a película dos filmes em preto e branco. Como no ano passado, Alexandre Louzada explora várias cores sem perder a referência do tradicional azul e branco da Portela.

05h55min – Emboras os setores 7 e 9, destinados aos turistas, estejam praticamente vazios, os setores populares permanecem cheios esperando a Portela passar. A tradicional águia do abre-alas está de cabeça branca e penugem predominantemente azul claro com tons de branco, e preto na ponta das penas. Ela bate as asas, pisca e descerá ao chão para receber o prêmio Oscar das mãos dos componentes da comissão de frente, cujo tema é o filme “E o Vento Levou…”.

05h41min – Maior campeão do carnaval carioca, a Portela encerra o primeiro dia de desfiles do Grupo Especial na Marquês de Sapucaí com o enredo “Ontem, Hoje, Sempre Cinelândia – O Samba Entra em Cena na Broadway Brasileira”, do carnavalesco Alexandre Louzada. Serão oito carros e 4 mil componentes em 36 alas. O ótimo intérprete Gera levará o samba de Caixa D’Água, Alexandre Fernandes, Lílian Martins e Júlio Alves.

05h33min – Fechando a escola, a Velha Guarda e a ala “Tributo a Tim Lopes”, seguidos do carro “Os Frutos de Palmares”, que homenageia os herdeiros de Zumbi que ainda hoje lutam pela liberdade. A bateria deixa o curral e a Caprichosos encerra um desfile realizado com muita empolgação de seus componentes. Apesar da apatia de certos setores da arquibancada, os ritmistas levantaram a Apoteose.

05h26min – O cantor e compositor Paulinho da Viola é ovacionado ao passar pelo setor 1 em direção à concentração da Portela.

05h23min – O ator André Gabeth representou Zumbi. Em um segmento que privilegia os tons de laranja, o carro “Sinagoga” mostra a desconhecida história do apoio que o primeiro rabino do Brasil deu a Zumbi. Traz uma grande estrela de Davi e as alas que o seguem desembocam no carro referente à participação holandesa na história de Palmares. Atrás as baianas em laranja e branco.

05h11min – A escola passa animada e descontraída. Precedida pelo casal de mestre-sala e porta-bandeira e pela madrinha Nana Gouveia, a ótima bateria de mestre Paulo Renato bate forte, no ritmo dos tambores africanos. Os ritmistas entram sem dificuldades no curral e abrem caminho para o carro “Palmares, Terra da Liberdade” passar. Logo atrás, com muito samba no pé, a ala das crianças.

04h54min – Já há claros em algumas arquibancadas do Sambódromo, em especial nas reservadas aos turistas. A comissão de frente e o expressivo abre-alas, representando a África imperial e a falência das monarquias européias, é rodeado por cobras, símbolo da escola atinge o meio da avenida de desfile. Após entrar evoluindo forte, o ritmo da Caprichosos deu uma freada, e agora encontra uma melhor cadência de desfile. As alas vão passeando pelo continente africano.

04h25min – “Zumbi, Rei de Palmares e Herói do Brasil: a História que Não Foi Contada” é o enredo que o carnavalesco Jaime Cesário e a Caprichosos de Pilares trazem para a Marquês de Sapucaí. São oito carros alegóricos e 3.600 componentes em 30 alas fazendo uma leitura diferente da história de Zumbi. Jackson Martins canta o forte samba de Carlos Ortiz, Cláudia Nel, Alberto Capital e Mestre Augusto e o pavilhão da escola é defendido por Róbson e Ana Paula, casados há catorze anos. Na comissão de frente, os componentes evoluem fantasiados de homens-leopardo, representando os generais dos reis africanos.

04h17min – O carro “A Luz das Idéias” faz referência ao Iluminismo, assim como as alas seguintes. São lembrados os ideais franceses de liberdade, igualdade e fraternidade. O final do desfile mostra os iluminadores dos teatros, responsáveis pela luz cênica e o último carro traz atores do musical “South American Way”, que lembra Carmem Miranda, enredo campeão do Imperio Serrano em 1972. A atriz Stela Miranda encarna a pequena notável e a Velha Guarda de Madureira encerra um desfile que mostrou os componentes de todas as alas evoluindo e cantando, com uma harmonia perfeita.

04h00min – A bateria entra no curral fazendo antes uma arrojada e bonita coreografia, lembrando movimentos de bandas militares e arrancando muitos aplausos da platéia. Regendo o inconfundível som da Serrinha, com seus tradicionais naipes de agogôs, mestre Átila desfila de luto devido ao assassinato do antigo diretor Macarrão, ocorrido em meados do ano passado. Ocupando toda a Avenida. O 5º carro representa “A Luz da Nova Aliança”, remetendo ao nascimento de Jesus. Conta com a presença dos reis magos e, para não haver problemas com a Igreja, o carnavalesco evitou utilizar a imagem de Cristo. Precedendo o carro, uma colorida e empolgadaala com componentes representando o povo saindo às ruas para comemorar o nascimento do Salvador.

03h45min – Sem muito luxo, mas com muita empolgação e leveza, o Império Serrano desfila com seu verde e branco salpicado de amarelo. Seus componentes cantam o samba e a bateria de mestre Átila apresenta variações ritmicas acompanhadas pela madrinha Fabiane Andrade. O carro da criação do universo mostra Deus separando o dia da noite, com fantasias representando os cinco continentes e tem numa escultura de seis metros a figura do Criador. A ala “Criação do Homem de Barro” traz homens apenas de sunga e mulheres só com a parte de baixo do biquíni.

03h28min – A cada ano que passa a turma da força é melhor aproveitada pelos carnavalescos, sendo utilizada como elemento de composição e parte do enredo. As primeiras escolas que desfilaram no Grupo Especial neste ano utilizaram desse artifício, com os empurradores de carros alegóricos com fantasias completas, até os sapatos. Também ontem, no desfile do Grupo de Acesso A, pôde-se observar esse fato.

03h21min – A comissão de frente do Império Serrano traz um dos componentes desfilando de patins. Ainda na concentração, antes do início do desfile, houve uma queda, o que já ocorrera em um dos ensaios técnicos da escola realizado na Sapucaí debaixo de muita chuva.

03h15min – Muito emocionada ao final do desfile da Unidos do Viradouro, na qual foi homenageada, Bibi Ferreira não deixou de lembrar o momento que vivemos: “Me senti a dona do mundo, e como dona do mundo gostaria de pedir: ‘Paz pelo amor de Deus’.”

03h12min – Satisfeito com o desempenho da Viradouro, Dominguinhos do Estácio não pôde deixar de desabafar contra o cada vez pior sistema de som da Avenida: “Só o fato do som ser péssimo e conduzirmos a escola até aqui já é uma vitória. Se fosse um show de rock o som seria ótimo. Isso é uma falta de respeito com as escolas que gastam milhões para colocar o carnaval na Avenida.”

03h00min – Uma das mais tradicionais agremiações do carnaval carioca, o Império Serrano entra na avenida com 3.800 componentes divididos em trinta e uma alas, contando o enredo “E Onde Houver Trevas…Que Se Faça a Luz”, do carnavalesco Ernesto Nascimento, que pede muita luz para a escola que não vence um carnaval desde 1982. O abre-alas, com a coroa imperiana cercada de anjos e arcanjos, é iluminado com 40 mil lâmpadas de 100w cada. O intérprete Wantuir estréia na escola cantando o samba de Arlindo Cruz, Maurição, Carlos Sena, Aluísio Machado e Elmo Caetano.

02h51min – A Viradouro está encerrando seu desfile trazendo Bibi Ferreira fantasiada de colombiana no carro “O Legado de Procópio”. Sob o a marcação forte da bateria de mestre Ciça, a passagem da vermelho-e-branco de Niterói caracterizou-se pela alegria e empolgação de seus componentes na bonita homenagem desenvolvida por Mauro Quintaes.

02h38min – Nas paradas da bateria, no trecho do samba que a letra diz que a Viradouro faz homenagem à Bibi, os ritmistas, fantasiados de Quixote, inclinam-se em posição de reverência. O sexto carro, “Bibi canta Piaf”, lembra o internacional sucesso de Bibi protagonizando o musical e inspira-se no filme “O Resgate do Soldado Ryan”, com um gramofone gigante a atriz Beth Coelho personificando Edith Piaf.

02h25min – Trazida pela madrinha Luma de Oliveira, a bateria de mestre Ciça levanta a arquibancada com sucessivas paradinhas. As baianas apresentam-se em diferentes tons de rosa, compondo com uma seqüência de alas e o carro “My Fair Lady”, no mesmo tom. A Viradouro segue com seus componentes cantando o samba e evoluindo empolgada e descontraidamente após a saída na apoteose do carro abre-alas, que apresentava problemas de engrenagem. O carro representando a peça “Gota D’Água” traz fotografias de Bibi e mostra trechos da peça encenados em espaços divididos cenograficamente, com a atriz Eliane Giardini no papel que foi da homenageada.

02h04min – A escola apresenta certa dificuldade na evolução devido a um problema na engrenagem do carro abre-alas, que ainda não deixou a pista e inclina-se um pouco para o lado esquerdo, provocando algumas interrupções no ritmo do desfile. A belíssima comissão de frente atinge agora a metade da Avenida.

01h55min – A comissão de frente da Viradouro, representando a abertura de uma peça, traz a bailarina Carolina Costa, de apenas 14 anos. Ela interpreta Bibi Ferreira e contracena com os demais componentes vestidos com belas fantasias nos tons do arco-íris. A seguir, o abre-alas, um grande palco composto de elementos do teatro universal e que tem a presença de grandes artistas nacionais, como Paulo Goulart, Rosamaria Murtinho, Ruth de Souza e Nicete Bruno. Em alguns momentos os artistas encenam trechos de “O Avarento”, peça de Molière protagonizada pelo grande Procópio Ferreira, pai de Bibi. O segundo carro, “Bibi na TV”, mostra um estúdio de TV estilizado com canhões de luz, câmeras, operadores e fotos de Bibi Ferreira em apresentações na televisão. As alas entram cantando e conseguindo uma boa receptividade do público que lota o Sambódromo.

01h35min – Com um dos mais celebrados enredos do ano, a Unidos do Viradouro vem para a Avenida homenageando a grande atriz Bibi Ferreira, através do enredo de Mauro Quintaes “A Viradouro Canta e Conta Bibi: uma Homenagem ao Teatro Brasileiro”. São oito carros e 29 alas com três mil componentes cantando com Dominguinhos do Estácio o samba de Gustavo, Gilberto Gomes, Heraldo Farias e Gelson.

01h27min – “Há três anos a gente passa em cima do tempo. Agora o coração tá melhor, os batimentos estavam muito fortes.”, desabafou o presidente da Grande Rio, Hélio Ribeiro de Oliveira.

01h24min – A última ala da escola homenageava o pentacampeonato da seleção brasileira de futebol. Problemas de evolução provocaram alguns claros no início da pista e, no final, a bateria precisou correr bastante para que a Grande Rio fechasse o desfile com 1h20min de desfile, cravado.

01h19min – As baianas da Grande Rio representam o esplendor barroco, com ricas fantasias em dourado e amarelo. À frente da ala dos artistas, como rainha, a atriz Deborah Secco. No sétimo carro, em tons futuristas e feita de sucata, representações da fome e da morte, com a modelo Dani Bananinha evoluindo à sua frente. Preocupação com o tempo de desfile faz a escola acelerar seu ritmo.

01h04min – O grande Ita, que lembrava o campeonato conquistado em 1983 foi o primeiro carro do Salgueiro a entrar na armação. Devido ao seu tamanho, os diretores optaram por o colocarem primeiro, com o consentimento da Grande Rio, escola que desfilaria a seguir. Realizaram uma única manobra e o colocaram de ré no lado oposto, com este entrando à frente da Velha Guarda ao final do desfile. “Nossa alegoria é muito grande. É um carro muito alto e com a ajuda da co- irmã, que nos permitiu colocar o carro aqui, onde teremos mais facilidade na colocação dos destaques, que são mais de cem, em tempo para que possamos entrar sem qualquer atropelo”, afirmara o diretor Luiz Carlos, responsável pela condução do carro na avenida.

01h03min – A bateria de mestre Odilon já encontra-se no recuo, fantasiada com belas plumas roxo e branco nos chapéus, proporcionando bonito efeito visual. À frente dos ritmistas, a madrinha Luciana Gimenez. A modelo Marinara Costa vem na frente do carro representando o minério de ferro, uma grande locomotiva negra. São 330kg de minério de ferro de verdade usados por Joãosinho Trinta nesse carro.

00h46min – A Vale do Rio Doce distribuiu milhares de broches luminosos em forma de coração. A Grande Rio trouxe logo à frente do abre-alas o casal de mestre-sala e porta-bandeira e apresenta carros com grandes esculturas em formas humanas. Apesar da beleza de alegorias e fantasias, o público ainda mostra certa apatia com o desfile da escola da Baixada Fluminense.

00h40min – Tanto na Santa Cruz quanto no Salgueiro, os diretores realizaram um verdadeiro pente fino, não deixando passar qualquer componente com fantasia que não estivesse completa. No entanto, no Salgueiro houve um fato um fato inédito: quatro componentes de uma ala que veio atrás do 4º carro foram barrados justamente por estarem com a roupa completa. Somente eles estavam com fantasia completa, pois os demais estavam sem um macacão, que provavelmente não foi confeccionado em quantidade suficiente. A ordem era para todos tirarem o macacão. Estes estavam desavisados e ficaram surpresos. Como a entrada das escolas é em alta velocidade, não houve tempo para que tentassem tirar essa parte da roupa. A mesma operação vem sendo realizada pelos diretores da Grande Rio agora.

00h12min – Com oito carros, 3.500 componentes e 35 alas, a Acadêmicos do Grande Rio de Joãosinho Trinta começa seu desfile apresentando o enredo “O Brasil que Vale”, patrocinado pela Companhia Vale do Rio Doce. A escola, que caracteriza-se pelo número de artistas globais, canta o samba de Mingau, Moreno e Derê, com o intérprete Wander Pires. A comissão de frente traz bailarinos cobertos de ouro, bronze e outros minerais e, no Abre-alas, a figura de Atlas carregando a Terra nas costas, precedido por enormes estátuas representando o rei Kronos.

00h03min – Segundo o presidente e diretores da escola, o Salgueiro estourou o tempo e perderá oito décimos devido a uma confusão em relação ao regulamento do ano anterior, que permitia que as escolas desfilassem em oitenta e seis minutos, e não em oitenta, como rege o regulamento atual.

02-fevereiro-2003

23h54min – O sétimo carro do Salgueiro lembra o bicampeonato conquistado com Joãosinho Trinta, “O Rei de França na Ilha da Assombração” e “As Minas do Rei Salomão”. O último carro reproduz em maior escala o Ita da última vitória, trazendo o ator Murilo Rosa como capitão do navio. Apesar da boa recepção do público, problemas de evolução atrapalharam a escola. A Velha Guarda, que fechava o desfile, foi obrigada a correr e quando a bateria passou pelo portão final o relógio acusava quatro minutos além do permitido pelo regulamento.

23h32min – Sempre com vermelho e branco, além de algum dourado, a escola segue seu desfile. A atriz Luana Piovani vem à frente do setor relativo ao enredo “Eneida – Histórica do Carval Carioca”. O mestre-sala Ronaldinho e a porta-bandeira Marcela apresentam-se como Pierrô e Colombina, à frente dos ritmistas vestidos de arlequins na bateria, que tem o mestre Jonas como um dos diretores de Louro e foge à sua tradição apresentando paradinhas. As baianas vêm vestidas de Senhor do Bonfim, no setor referente ao enredo “Bahia de Todos os Deuses”. Júlio Machado, o tradicional Xangô do Salgueiro, é o destaque do carro “Festa para um Rei Negro”.

23h11min – O Salgueiro segue inundando a avenida de vermelho e branco. Evoluindo bem e compacta, a escola usa tripés para apresentar os campeonatos conquistados. O primeiro setor lembra o “Quilombo dos Palmares”, enredo de Fernando Pamplona que revolucionou em estética e conteúdo os desfiles. Róbson Caetano e a atriz Isabel Filardis representam o rei e a rainha do Maracatu. Depois, recordando o enredo “Xica da Silva”, a reprodução do minueto do desfile original. O ator Jorge Fernando representa o contratador João Fernandes e Zezé Motta mais uma vez vive Xica da Silva.

22h48min – A comissão de frente, representando a “Academia do Samba”, atinge a metade da pista, com o público mantendo a empolgação do início e coreografando o refrão. No carro abre-alas, “Um Morro Ganha Vida”, baluartes da escola e convidados da madrinha Mangueira, como Jamelão e Delegado. Jaime Arôcha traz uma ala de passo marcado com 50 casais dançando gafieira em homenagem aos 50 anos da escola.

22h33min – Segunda escola a desfilar, a Acadêmicos do Salgueiro começa seu desfile, apresentando o enredo “Salgueiro, Minha Raiz: 50 anos de Glória”, de Renato Lage e Márcia Lávia. Para contar a história da escola e suas conquistas, oito carros e 4.500 componentes divididos em 35 alas. Sustentado pela bateria de mestre Louro, Quinho canta o samba de Leonel, Luizinho Professor, Serginho 20, Sidney Sã e Claudinho.

22h18min – No carro que representa o teatro brasileiro, a presença de Dercy Gonçalves, além de atores que vivem no Retiro dos Artistas. Fechando o desfile, a Santa Cruz volta ao seu verde e branco, com as baianas, casais mirins de mestre-sala e porta-bandeira e a Velha Guarda, que precedem o último carro, “A Ribalta do Carnaval”, com Clóvis Bornay como destaque.

22h03min – A Santa Cruz cresce em evolução em seu terço final, com alas empolgadas obtendo maior receptividade das arquibancadas, sempre mais frias na abertura do desfile. O conjunto muda o tom do verde para cores mais vivas e quentes, em especial a partir do setor sobre o teatro no ocidente.

21h53min – A Santa Cruz segue seu desfile apresentando efeitos de fumaça, com destaque para o grande dragão do carro “Mistério Medieval” , que tem tem um homem em sua boca. O conjunto da escola destaca o verde de seu pavilhão, com detalhes desta cor mesmo nas fantasias mais coloridas. A bateria de mestre Marquinho, fantasiada de arlequins, atinge o recuo, com a madrinha Renata Santos à frente.

21h35min – Com as arquibancadas da Marquês de Sapucaí repletas, a comissão de frente da Santa Cruz, apresentando as máscaras de teatro durante sua coreografia, já ultrapassa a metade da pista de desfile. O abre-alas é um grande templo grego estilizado lembrando festas dionisíacas, com seres míticos e efeitos de luz e fumaça branca. Representando Dionísio, o ator Jorge Goulart.

21h02min – A Acadêmicos de Santa Cruz começa seu desfile.

20h50min – A Acadêmicos de Santa Cruz apresentará o enredo “Do Universo Teatral à Ribalta do Carnaval”, do carnavalesco Cahê Rodrigues, que será contado através de oito carros alegóricos e 3.500 componentes divididos em 30 alas. O samba-enredo é de autoria de Doutor, Eli Penteado, Jorge Charuto, Marquinho Bombeiro e Fernando de Lima.

18h40min – Acadêmicos de Santa Cruz, Acadêmicos do Salgueiro, Acadêmicos do Grande Rio, Unidos do Viradouro, Império Serrano, Caprichosos de Pilares e Portela estarão se apresentando hoje na Marquês de Sapucaí. O início do desfile está marcado para as 21h.

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